RESUMO
Palavras-chave:
RESUMO
Palavras-chave:
1. INTRODUÇÃO
O sedentarismo é a segunda causa de morte no mundo, matando em media 5,4 milhões de pessoas por ano. O sedentarismo, mata mais que o diabetes, custa duas vezes mais que a obesidade e três vezes mais que o tabagismo tanto que é mais comum as pessoas terem familiares sedentários que fumantes. A obesidade em geral pode ser abrangida, como um desvio do estado nutricional para o lado do excesso, onde o desequilíbrio entre a ingestão de nutrientes e as necessidades do organismo vai gerar quadro de desnutrição que, quando produzido por excesso global de ingestão em relação as necessidades, será caracterizado como obesidade.
A obesidade é deliberada como um distúrbio nutricional e metabólico distinto pelo aumento de massa adiposa no organismo, ajuizando em um aumento de peso corpóreo. Um dos procedimentos mais empregados para indicar riscos relacionados ao excesso de peso corporal é o Índice de Massa Corporal (IMC) e quando se trata de crianças e adolescentes, deve-se levar em conta a faixa etária avaliada. O trabalho se distingue como pesquisa bibliográfica no qual foi realizado um levantamento de material de estudo, tendo como desígnio estudar a prevalência de sobrepeso e obesidade em crianças. Estudos evidenciam que a atividade física é um mecanismo eficiente que colabora na redução e manutenção do peso corporal, aliada a outros hábitos positivos à saúde. Portanto, finaliza-se que devido ao grande índice de obesidade na atualidade, sugere-se a intervenção através da prática da atividade física como projeto de vida familiar, com o desígnio de estimular e conscientizar sobre a importância e os benefícios que a mesma proporciona.
Obesidade. Sedentarismo. Atividade Física.
1. INTRODUÇÃO
O sedentarismo é a segunda causa de morte no mundo, matando em media 5,4 milhões de pessoas por ano. O sedentarismo, mata mais que o diabetes, custa duas vezes mais que a obesidade e três vezes mais que o tabagismo tanto que é mais comum as pessoas terem familiares sedentários que fumantes. A obesidade em geral pode ser abrangida, como um desvio do estado nutricional para o lado do excesso, onde o desequilíbrio entre a ingestão de nutrientes e as necessidades do organismo vai gerar quadro de desnutrição que, quando produzido por excesso global de ingestão em relação as necessidades, será caracterizado como obesidade.
A obesidade é deliberada como um distúrbio nutricional e metabólico distinto pelo aumento de massa adiposa no organismo, ajuizando em um aumento de peso corpóreo. Um dos procedimentos mais empregados para indicar riscos relacionados ao excesso de peso corporal é o Índice de Massa Corporal (IMC) e quando se trata de crianças e adolescentes, deve-se levar em conta a faixa etária avaliada. O trabalho se distingue como pesquisa bibliográfica no qual foi realizado um levantamento de material de estudo, tendo como desígnio estudar a prevalência de sobrepeso e obesidade em crianças. Estudos evidenciam que a atividade física é um mecanismo eficiente que colabora na redução e manutenção do peso corporal, aliada a outros hábitos positivos à saúde. Portanto, finaliza-se que devido ao grande índice de obesidade na atualidade, sugere-se a intervenção através da prática da atividade física como projeto de vida familiar, com o desígnio de estimular e conscientizar sobre a importância e os benefícios que a mesma proporciona.
Obesidade. Sedentarismo. Atividade Física.
ATIVIDADE FISÍCA E OBESIDADE
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Nessa perspectiva (Dutra et al., (2006), refletem que para combater os níveis de sobrepeso e obesidade propõem-se alterações alimentares, como a inserção de alimentos saudáveis associadas às realizações de atividades físicas. Além disso, que se desenvolvam políticas de alimentação e nutrição, com vistas à promoção e cuidados com alimentos disponibilizados nas cantinas, de modo a se instalar, efetivamente, medidas de prevenção e de tratamento dos transtornos alimentares. A obesidade na infância e adolescência vem crescendo de forma assustadora em todas as regiões e classes socioeconômicas, tanto em adultos como em crianças e adolescentes. Reflexo das mudanças que vem ocorrendo no estilo de vida das pessoas, principalmente nos hábitos alimentares e nos níveis de atividade física. Doenças que antes eram consideradas como sendo apenas de adultos vem sendo diagnosticadas frequentemente em idades mais precoces. Sabe- se que a obesidade é uma situação que envolve diversos fatores e entre eles, o sedentarismo é o que realmente se torna evidente. As doenças crônicas representam a principal causa de mortalidade no mundo inteiro, principalmente doenças relacionadas à obesidade. Princípios gerais de vida saudável, na qual se incluem dieta balanceada, atividade física e o lazer devem ser incentivados já na infância, evitando assim que crianças e adolescentes apresentem peso acima do normal.
2. OBESIDADE
A etiologia da obesidade é complicada e deriva da interação entre genes, ambiente e estilo de vida, mas lembremos de que um ambiente com comida farta não sugere, fundamentalmente, aumento de a ingestão alimentar. Slater (2010) descreve que a causa da obesidade dependerá de fatores múltiplos envolvendo relações de interferências de condições biológicas, comportamentais e ambientais.
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Conforme Almeida apud Nascimento et al Quaioti (2002), não se sabe com exatidão se a obesidade tem procedência em fatores genéticos ou ambientais. Esperase que seja precisada a ambos os fatores. É complexo assegurar que uma criança é obesa, porque seus pais também são obesos, quando toda a família tem hábitos impróprios, em relação à dieta e ao exercício físico. Segundo Zilberstein e Carreiro (2004), dentre as condições alimentares pode-se ressaltar as deficiências nutricionais como a ausência de nutrientes que estimulam o gasto energético, a deficiência de nutrientes que ajudam na ação da insulina evitando a resistência para a sua utilização no organismo e a deficiência de nutrientes essencial para a construção e ação de neurotransmissores que dão equilíbrio nas funções mentais e emocionais. Assim, a obesidade deixou de ser uma dificuldade particular para se tornar uma relevante dificuldade de saúde pública no momento atual. Conforme (Monteiro et al.,(2000), e (Torres et al.,(2006), os índices de prevalência vêm progredindo nas últimas décadas mundialmente, essencialmente em países desenvolvidos atingindo também os países em evolução como o Brasil. Segundo o autor Almeida apud Nascimento et al Quaioti (2002), confiando no começo de que para algo se tornar um hábito deve ser trabalhado desde cedo, devemos apresentar às crianças uma dieta tranquila e motivá- las a se destinarem a alguma atividade esportiva que lhes dê prazer, separando-as do sedentarismo, na tentativa de minimizar o número de pessoas obesas na idade adulta. Almeida apud Nascimento et al Quaioti (2002), maus hábitos alimentares, principalmente aqueles que ocasionam a obesidade infantil, produzem problemas de saúde imediatos e também em longo prazo, visto que cerca de 60% de adolescentes obesas já sofrem de hipertensão, hiperlipidemia e/ou hiperinsulinemia. Para Sune, Fabio Rodrigo et al (2007) os longos períodos de sedentarismo também podem ser culpados pelo acúmulo de gordura corporal. Dados marcam para uma associação positiva entre sobrepeso e horas de comportamento sedentária, ou ainda não assistir à televisão ou assistir menos de 2 horas por dia, confrontado a quem assiste por mais de 5 horas por dia, está conexo positivamente à realização de alguma atividade física de lazer.
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Outro fator que pode estar anexo ao aumento na prevalência de sobrepeso e obesidade é o nível de atividade física diária realizada por crianças e adolescentes. Já conforme estudos de (Rego et al.,(2010), a obesidade na adolescência é um transtorno nutricional essencial e está alcançando dimensões epidêmicas e se tornando uma dificuldade de saúde pública da comunidade moderna. Um dos fundamentos seria por se instituir o início da adolescência um dos momentos críticos para a organização da obesidade pelo aumento da quantia de gordura e do número de células gordurosas, tornando-se referente ao aumento de perigo de doenças cardiovasculares, respiratórias e ortopédicas.
3. MATERIAIS E MÉTODOS A pesquisa bibliográfica envolve a pesquisa no acervo sobre o tema, onde a princípio após o acesso a livros, documento, periódico procedeu-se a triagem, seleção, leitura, analise e interpretação de textos, e como pôde ser ratificados nas referências, foi em torno de 30 periódicos, e criou-se um plano de leitura, de forma crítica e sistemática, que basearam teoricamente o estudo, onde segundo Amaral (2007): “A pesquisa bibliográfica é uma etapa essencial em todo trabalho científico que influenciará todas as etapas de uma pesquisa, na medida em que der o embasamento teórico em que se baseará o trabalho”. A revisão de literatura estabelece um importante instrumento de investigação, que submerge a aplicação de estratégias científicas, com o desígnio de agrupar, avaliar criticamente e sintetizar os estudos ressaltantes à temática abordada que respondam às problemáticas postas na pesquisa; além disso, solicita a atualização dos profissionais de saúde, uma vez que sintetiza amplo corpo de conhecimento. (GIL, 2009).
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4. RESULTADOS E DISCUSSÃO
Fernandes et al (2009), fala que as crianças e adolescentes brasileiros, relatos descobertos na literatura aconselham que já durante estas fases do desenvolvimento humano, um maior acúmulo de tecido adiposo está diretamente relacionado com um aumento nos valores de pressão arterial sistólica e diastólica. Tal aumento parece estar alicerçado no decisivo papel que a gordura ativa em excesso na corrente sanguínea tem na formação de placas de gordura nas paredes dos vasos sanguíneos. A associação com fatores de risco clássicos para doenças cardiovasculares, como hipertensão arterial, diabete melito, dislipidemias e síndrome metabólica, é conhecida há bastante tempo. Porém, o conhecimento mais recente de que, mesmo após o controle dessas doenças associadas, o risco de eventos cardiovasculares permanece elevado, fez com que hoje em dia se considere a obesidade como fator de risco cardiovascular independente (HASLAM e JAMES apud GOMES(2010)). De acordo com Feitosa (2010), a obesidade é a importante causa de morbidade e mortalidade. Distúrbios da função respiratória, inclusive complacência diminuída do sistema respiratório, aumento da resistência das pequenas vias aéreas, função muscular respiratória prejudicada, aumento do esforço respiratório, troca de gases prejudicada, intolerância a exercícios, distúrbios da respiração do sono e risco aumentado de tromboembolismo venoso e aspiração são particularmente comuns em pacientes com obesidade grave. Essas modificações podem acontecer independentemente de qualquer doença pulmonarparenquimatosa subjacente, podem também colaborar de forma significante para o acontecimento de inabilidade funcional e provocar prejuízo na qualidade de vida e elevação da mortalidade. Segundo os pensamentos de Chiolero e Rosa(2007) apud Burgos , a hipertensão arterial é uma doença crônica com prevalência crescente entre as crianças, podendo ser acessória a outras patologias, relacionadas com problemas renais, cardíacos e doenças endócrinas, ou ainda pode ser primária ou eficaz, de causa idiopática. A hipertensão arterial está integrada à obesidade, fato descrito por diversos autores.
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5. CONCLUSÃO Dentre as várias causas da obesidade, têm-se maior ênfase na alta ingestão alimentar e no baixo nível de atividade física. Um dos procedimentos mais usados para diagnosticar se o indivíduo é obeso é o Índice de Massa Corporal (IMC), porém quando se trata de crianças, deve-se levar em conta a faixa etária avaliada. Ao desenvolver um programa de atividade física para crianças, é indispensável também trabalhar a motivação da criança para que a mesma se mantenha ativa tornando esta atividade um hábito de vida. O ideal seria que o estímulo à prática da atividade física fosse um projeto familiar no qual todos participassem, auxiliando assim na conscientização e no estímulo à prática da atividade física desde a infância do indivíduo. É extraordinário também saber o motivo que faz com que a criança opte por serem sedentárias, para então escolher um melhor método para ajudá-los. Sendo assim, profissionais da saúde e educadores deveriam abranger uma análise das atividades habituais da criança e as barreiras que devem ser ultrapassadas para que ela adote um estilo de vida mais ativo e mais saudável.
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REFERÊNCIAS
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8 MELLO, A. D.M. et al. Prevalência de sobrepeso e obesidade em crianças de seis a dez anos de escolas municipais de área urbana. Revista Paulista de Pediatria, v. 28, n. 1. p. 48-54, 2010. MELLO, E. D; LUFUT, V. C; MEYER, F. Obesidade Infantil: como podemos ser eficazes. Jornal de Pediatria, Rio de Janeiro, v.8, n.3, maio/jun, 2004. NUNES, M. M. A; FIGUEIROA, J.N; ALVES, J.G.B. Excesso de peso atividade física e hábitos alimentares entre adolescentes de diferentes classes econômicas em Campina Grande (PB). Revista Associação de Medicina Brasileira, v.53, n. 2, p.130- 4 2007. RAMPAZZO, L. Metodologia Científica: Para Alunos dos Cursos de Graduação e Pós-Graduação. São Paulo: Loyola, 2002. SIZER, Frances; WHITNEY, Eleanor. Nutrição conceitos e controvérsias. 8ed. São Paulo: Manole, 2003. SUNE, Fabio Rodrigo et al . Prevalência e fatores associados para sobrepeso e obesidade em escolares de uma cidade no Sul do Brasil. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 23, n. 6, June 2007 . TRICHES, Rozane Márcia; GIUGLIANI, Elsa Regina Justo. Obesidade, práticas alimentares e conhecimentos de nutrição em escolares. Rev. Saúde Pública, São Paulo, v. 39, n. 4, Aug. 2005. VIEIRA, Ana CarolinaReiff e; SICHIERI, Rosely. Associação do status socioeconômico com obesidade. Physis, Rio de Janeiro, v. 18, n. 3, Sept. 2008 . VIGITEL. Vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico. Ministério da Saúde, 2011.
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terça-feira, 3 de dezembro de 2019
Agregue valores à vida
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valores à vida
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AGREGAR: Reunir, juntar, acrescentar, associar 1-Agregue Justiça Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no Reino dos céus. Mateus 5.20 (arc). A justiça dos escribas e dos fariseus era exclusivamente exterior. Eles observavam muitas regras, oravam, cantavam, jejuavam, liam as Escrituras e freqüentavam os cultos nas sinagogas. No entanto, substituíam as atitudes interiores corretas pelas aparências externas. Jesus declara aqui que a justiça que Deus requer do crente vai além disso. O coração e o espírito, e não somente os atos externos, devem conformar-se com a vontade de Deus, na fé e no amor. (bep) 2-Agregue Paz Aparte-se do mal e faça o bem;busque a paz e siga-a. 1 Pedro 3. 11 (arc) Freqüentemente vemos a paz somente como a ausência de conflitos, e pensamos na pacificação como um papel passivo. Mas um pacificador efetivo procura ativamente a paz, construindo boas relações. O pacificador antecipa os problemas e lida com eles antes de acontecerem. À medida que os conflitos surgem, devem ser discutidos abertamente e resolvidos antes que se tornem incontroláveis. Apaziguar pode ser um trabalho mais difícil do que travar uma guerra, mas resulta em vida e felicidade. (beap) 3-Agregue Alegria O coração alegre aformoseia o rosto, mas, pela dor do coração, o espírito se abate. Provérbios 15.13 (arc) Quando um homem tem um coração feliz, essa felicidade brilha em seu rosto. A alegria interior é como um fogo que não pode ser contido. “Há uma simpatia entre o corpo e a mente, pelo que uma mente feliz se reflete na expressão da fisionomia” (Fausset, in loc.). Este versículo tem sido cristianizado para referir-se ao homem feliz cujos pecados foram perdoados por meio da missão de Cristo, e que, por esse motivo, tem a alegria do Senhor em seu coração. (ati) 4-Agregue Fé E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a Ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles? – Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Quando, porém, vier o Filho do Homem, porventura, achará fé na terra? Lucas 18.7,8 (arc) Esta pergunta de Jesus, provavelmente, indica que à medida que se aproxima a volta de Cristo, o mal se tornará cada vez pior, de modo que muitos da igreja se apartarão da fé em Cristo (Mt. 24.11-13,24; 1 Tm. 4.1). À medida que se aproxima, a preocupação de todo crente deve ser: estou perseverando na fé, firme na oração, buscando a Deus para que prevaleça a justiça e sua santa causa triunfe em tudo, para sempre? Ou estou tão preocupado com as coisas desta vida, que não anseio pela volta de Cristo e seu reino eterno? (bep) 5-Agregue Obediência Todas estas bençãos virão sobre vocês e os acompanharão, se vocês obedecerem ao Senhor, o seu Deus. Deuteronômio 28.2 (nvi) (ver versículos 3 a 14) Promessas e profecias são abundantes na Bíblia. Deus dá muitas garantias da sua prontidão para abençoar, e normalmente, fala de coisas que planeja fazer no futuro. Em ambos os casos, sempre há condições: o chamado de Deus para nos alinharmos à sua vontade, de modo que a sua palavra de promessa possa abençoar o obediente. O cap. 28 é um estudo clássico das promessas e das profecias de Deus. Compare os vs. 1-2 e os vs. 58-59 para observar as bênçãos, que são uma promessa em potencial aos obedientes, e os julgamentos, que são uma certeza anunciada aos desobedientes. (BEP) 6-Agregue Humildade Portanto, aquele que se tornar humilde como esta criança, esse é o maior no Reino dos céus. Mateus 18.4 (arc) Aqui é enfatizada a humildade porque a mesma característica que permite ao homem entrar no reino é, igualmente, o principal elemento da grandeza naquele reino. Os homens, considerando as exigências de sucesso neste mundo, acham razão suficiente para rejeitar a teoria que a humildade é que leva à verdadeira grandeza. A ética deste mundo simplesmente jamais ilustraria que é a humildade que conduz à grandeza. Porém, Jesus falava sobre os requisitos de um outro mundo, onde o seu rei não se deixa impressionar pelo orgulho humano ou por aquilo que, neste mundo, é reputado grandeza. (nti) 7-Agregue Fidelidade Disse o Senhor: Quem é, pois, o mordomo fiel e prudente, a quem o senhor confiará os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo? – Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim. Lucas 12.42,43 (ara) Jesus promete uma recompensa para aqueles que lhe forem fiéis. Embora às vezes experimentemos recompensas imediatas por nossa obediência a Deus, esta não é a regra. Se assim fosse, seríamos tentados a nos gabar de nossas realizações e só fazer o bem pelas recompensas. Jesus disse que, se buscarmos as recompensas agora, não as teremos mais tarde (ver Mc 8.36). Nosso prêmio celestial será de acordo com aquilo que fizermos na terra, mas será muito maior do que podemos imaginar. (beap) 8-Agregue Gratidão Portanto, assim como vocês receberam Cristo Jesus, o Senhor, continuem a viver nEle, - enraizados e edificados n`Ele, firmados na fé, como foram ensinados, transbordando de gratidão. Colossenses 2. 6 e 7 (nvi) É recomendada a abundância de agradecimentos a Deus. Deveriam aqueles crentes reconhecer o que Cristo fizera, os frutos que já se tinham concretizado entre eles, para que se mostrassem gratos. O coração agradecido tem menos tendência de desviar-se; e os crentes felizes e gratos a Cristo não se deixam atrair por doutrinas estranhas. O agradecimento é salientado como a própria “atmosfera” em que os crentes devem viver e desenvolver-se espiritualmente. (nti) Bibliografia utilizada Bíblia - Almeida revista corrigida (arc) Bíblia - Almeida revista atualizada (ara) Bíblia - Nova versão internacional (nvi) Bíblia - de estudo pentecostal (bep) Bíblia - de estudo aplicação pessoal (beap) Bíblia - de estudo plenitude (BEP) Antigo Testamento interpretado (ati) Novo Testamento interpretado (nti) |
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Publicado em: 1/11/2005
Por: Pr. João da Cruz Parente
Ministério Itinerante - São Paulo -SP-
prparente@hotmail.com
quinta-feira, 17 de outubro de 2019
METODOLOGIA DE ENSINO DO FUTEBOL DE TRAVINHA(GOLZINHO) DA BRINCADEIRA À MODALIDADE ESPORTIVA E SUA DIMENSÃO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E COMUNIDADE BAIANA.
METODOLOGIA DE ENSINO DO FUTEBOL DE TRAVINHA(GOLZINHO) DA BRINCADEIRA
À MODALIDADE ESPORTIVA E SUA DIMENSÃO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E COMUNIDADE
BAIANA.
Autor: Claudio Jose Ribeiro
Prof. Orientador: Cristiane Oliveira Rios
Centro Universitário
Leonardo da Vinci – UNIASSELVI
Curso (LEF 0110) –
Estágio III
25/10/2018
RESUMO
Este trabalho aborda a
vivência do acadêmico Claudio Jose Ribeiro aluno da Uniasselvi do curso de
Educação Física- Licenciatura no estágio curricular III. Veremos a intervenção
nas aulas, os métodos utilizados e a caracterização do local de trabalho entre
outros aspectos.
Palavras-chave: Metodologia, Futebol de
Travinha, Dimensão.
1. INTRODUÇÃO
O presente trabalho se
caracteriza como um relato de experiência a partir de um estágio curricular
baseado em Prática Profissional, intitulado de “Estágio Curricular III
do curso de licenciatura em Educação Física da Uniasselvi, promovendo maior
assimilação e vivencia ao graduando quanto ao seu campo de atuação, a
escola.
Neste contexto, este
estudo tem como objetivo avaliar por meio da observação e regência o olhar do
professor do Nível Médio, acerca da realidade educacional no qual ele está
inserido, levando em consideração seus conhecimentos sobre a Metodologia de Ensino do Futebol de Travinha (Golzinho)
da Brincadeira à Modalidade Esportiva e sua Dimensão Na Educação Física Escolar
assim com o processo de ensino/aprendizagem na escola e sua contribuição
reflexos na comunidade e da comunidade para a escola.
Observar e expor as relações entre o papel do Ensino do futebol de
travinha e sua pratica na Educação Física Escolar e sua Dimensão Social e
Cultural na escola e comunidade, analisar
e expor histórico da brincadeira e jogo oficializado esporte para
garantir o desenvolvimento do conhecimento das regras e organismo oficiais a
nível nacional e no estado da Bahia, assim como competências e habilidades
básicas comuns aos educandos no aprendizado e pratica da modalidade.
O esporte consegue
contagiar mudar vivencias e formar cidadãos, o esporte alcança dimensões
inimagináveis, envolve cultura o lazer move as questões sociais e o futebol de
travinha não fica alheio a esta dimensão ao observar o PPP (Plano Pòlitico Pedagogico)
do Colégio Estadual Edith Mendes da Gama e Abreu observamos as problemáticas
enfrentadas pelo colégio por conta de estar situada à Rua Conego Cupertino de
Lacerda Bairro Capuchinhos Feira de Santana Ba, localizado em uma comunidade
com suas carências, uma comunidade escolar media com turno diurno integral com
grandes desafios a serem transpostos tanto de ordem estrutural, social,
cultural e educacional onde é necessário ações, planejamentos de aulas ousadas
com envolvimento social, cultural e de lazer e sempre que possível a
participação incondicional da comunidade local a qual a escola está inserida,
há uma preocupação do corpo docente no empenho e planejamento para promoção de
aulas dinâmicas e atrativas, com projetos inclusivos, assim como organização e
participação de eventos diversos e
eventos propostos por demais organismos, visualizamos o esporte, o social, a
cultura o lazer sempre com propostas inclusivas, a educação física aliada ao
esporte sempre presentes e com suas metodologias bem definidas, o colégio
participa e organiza ações culturais sociais e esportivas, a pratica de esporte, baleado, futsal, futebol
de travinha, presentes na vivencia escolar inclusive com equipe campeã de
torneio demonstrativo de futebol de travinha promovido pela FBFT(Federação
Baiana de Futebol de Travinha) no municipio de Antonio Cardoso Ba por isso
trabalhamos a área de concentração Metodologia de Ensino do Futebol de Travinha
e Sua Dimensão na Educação Física Escolar, importante frisar a inclusão de PNE
nas atividades mesmo com as dificuldades encontradas na estrutura física escolar
mais os alunos com necessidades especiais participam das atividades físicas e
esportivas, fazendo parte da dimensão social que a metodologia do esporte traz
na educação física escolar, alcançando a todos sem distinção alguma.
1.1
Da Fundamentação Teórica
Conforme os Parâmetros Curriculares Nacionais
(PCN’s), a Educação
Física pode sistematizar situações de ensino e aprendizagem que garantam aos
alunos o acesso a conhecimentos práticos e conceituais. Buscando compreender o
ser humano desde suas origens, pois a Educação Física na Escola oportuniza
todos os alunos para que desenvolvam suas potencialidades e conhecimentos de
forma interdisciplinar dos saberes contidos nas aulas de educação física e
neste contexto a metodologia de ensino do futebol de Travinha (golzinho) esteve
presente como jogos e brincadeiras e pode continuar inserido neste contexto como esporte através
do ensino-aprendizado de sua historia, regras entidades reguladoras e
organizadoras da modalidade no Brasil em especial no estado da Bahia.
1.1
Vivencia do estagio
Foram observadas aulas e feitas intervenções em Duas turmas do 1º e
2º ano do ensino Médio com aulas dinâmicas e torneio, a interação com
professores. Funcionários, alunos, o contato conhecimento da estrutura e
condições vividas pelo professor no dia a dia escolar, sua realidade quanto a
pratica, muito importante para formação profissional, ao manter contato com a
professora de educação física tomamos conhecimento do seu conteúdo e
apresentamos o nosso projeto com os planos de aulas as quais nos deixou muito a
vontade, tendo em vista ela estar com desenvolvimento de aulas práticas de
baleado e futsal preparando equipes para participação no JERP e futebol de
travinha(golzinho) como ludicidade sendo esta uma atividade costumeira entre os
alunos em especial no intervalo em momentos vagos, para a professora foi uma
novidade quando mostramos o plano de aula mostrando o futebol de travinha como
esporte com confederação e a federação baiana com regras especificas e que
alguns dos alunos haviam participado de torneio demonstrativo no Munícipio de
Antônio Cardoso sagrando-se campeão do torneio que a professora não havia
participado pois não lecionava na época na escola, observamos suas aulas
praticas sentimos sua dificuldade na questão de materiais embora a estrutura da
quadra espaço físico do colégio sejam muito bom mais há uma precariedade muito
grande nos materiais o qual a criatividade dinamismo desta professora fala mais
alto na metodologia das estratégias de jogo e trabalho das potencialidades
individuais através dos trabalhos básicos de fundamentos das modalidades,
despertando nos alunos um espirito disciplinado, cooperativo, competitivo importante
para o desenvolvimento corporal e intelectual, nas nossas intervenções
cumprimos o plano de aula com base no livro de regras da CBFT e Estatuto da
FBFT, e nas aulas conjuntas as turmas de 1º e 2º ano unidas falamos um breve
histórico ensinamos um básico das regras, discutimos a formula de um torneio e
colocamos em pratica o torneio com quatro equipes duas de cada turma de forma
inclusiva pois as meninas participaram subdivididas quantidades de meninos e
meninas nas equipes com a participação quase que total do alunado jogando,
alguns que não quiseram participar no campo de jogo participaram como líder de
equipe, árbitros, auxiliares entre outros e torcedores, fizemos um questionário
onde entrevistamos alunos professores e funcionários sobre várias questões no
âmbito escolar e no âmbito da comunidade relacionado as aulas de educação física
o esporte que focalizamos na metodologia entre outras perguntas que julgamos
pertinentes.
1.2 Impressões do estagio
Houve uma receptividade muito boa por parte de alunos e
professores onde a participação foi preponderante para o sucesso da
apresentação das aulas e desenvolvimento do torneio demonstrativo do esporte em
foco o futebol de travinha que como brincadeira não era novidade mais como
esporte com apresentação de histórico as entidades que regem o esporte no
Brasil (CBFT) e no Estado da Bahia a (FBFT) juntamente com regras foi realmente novidade
para a grande maioria que ainda não havia ouvido falar sobre o assunto
brincadeira jogo golzinho, sendo este já uma modalidade esportiva com o termo
“futebol de travinha”.
A estrutura da escola para pratica do futebol de travinha entre
outras atividades é excelente.
A criatividade deve estar sempre presente nos planejamentos de
aulas.
2 ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: FUNDAMENTAÇÃO
TEÓRICA
O Parâmetro Curricular Nacional da
Educação Física (PCN 2000) do ensino médio define as competências e habilidades
a serem desenvolvidas na educação física, entre estas competências destacamos
as seguintes: Parâmetros Curricular Nacional (2000, páginas 42, 45 e 65)
“espera-se no decorrer do ensino médio, em educação física, as seguintes
competências sejam desenvolvidas pelos alunos”, “interessar-se pelo surgimento
das múltiplas, variações de atividades físicas...”,”a educação física
articulada pelos jogos construídos no social com esquemas corporais
próprios...amplia o conhecimento do corpo ....das regras sociais”. Nesta
conjuntura o que surgir de novo ou dentro de um modelo antigo construído na
cultura social seja um jogo, brincadeira oficializado esporte que desenvolva a cultura
do movimento corporal, com dimensão social relevantes e motivadoras este servira
de competência a ser aplicada na metodologia do ensino da educação física
escolar no ensino médio tendo em vista as suas regras sociais e culturais
definidas na modalidade esportiva. (BRASIL, 1998) Define a metodologia do esporte
aplicada como ensino na educação física escolar, considerando suas implicações
sociais e culturais. Barbanti (2012, p. 57) define esporte como: “uma atividade
competitiva institucionalizada que envolve esforço físico vigoroso ou o uso de
habilidades motoras relativamente complexas, por indivíduos, cuja participação
é motivada por uma combinação de fatores intrínsecos e extrínsecos”. Já os
Parâmetros Curriculares Nacionais (2000, p. 43), consideram o esporte como:
“práticas em que são adotadas regras de caráter oficiais, organizadas em
federações regionais, nacionais e internacionais, que regulamentam a atuação
amadora e profissional”, (TOLKMIT, [199-?], p.43) já citava o desenvolvimento metodológico
do futebol de travinha na educação física escolar quando um jogo uma
brincadeira da seguinte forma:
Desenvolvimento: As equipes devem
jogar o futebol sem goleiro, esclarecendo que não poderá ficar um jogador
parado na frente da travinha, podendo ser punido. Também não será validado o
gol que for realizado de dentro da área. No jogo deverá ser priorizado o número
de passes realizados entre os jogadores da mesma equipe, onde o professor
determinará o número mínimo para dar validado o gol.
Dado a importância e relevância
mesmo sem estudos e pesquisas sobre a antiga brincadeira hoje como modalidade
esportiva veremos nos documentos regulamentados e com este estudo abrimos assim
uma excelente discussão ao assunto modalidade esportiva Futebol de Travinha, a
qual se encontra relatos em artigos na
internet a respeito de competições não oficiais de um jogo oficioso não
regulamentado que utiliza o termo conhecido por nós baianos “Golzinho” após
muitas buscas em sites confiáveis de artigos livros etc.. não encontrei nada
que desse uma melhor definição antes da criação do esporte em fevereiro de 2015
pela FPFT (Federação Paraibana de Futebol de Travinha), este artigo encontrado
num site relacionado a wikipedia diz a seguinte definição forma de jogar e
possíveis competições que ocorreram não oficiais:
Golzinho
Origem:
Wikipédia, a enciclopédia livre.
Golzinho é um termo brasileiro que
descreve uma modalidade oficiosa e recreativa de futebol,[1][2] uma adaptação deste[3] variação do futebol de rua e da "pelada",[4] disputado geralmente nas
ruas,[3] mas também em praias,
onde não há goleiros e a área dos gols é bem menor que o
da baliza do futsal,
sendo que quase sempre não há baliza, mas apenas uma marcação feita com
chinelos,[5] tijolos,[5] cocos[5] ou outros materiais.[5] Seu nome é originado da
oposição ao golzão, outra modalidade.[4]
Não existe ainda uma entidade dedicada
exclusivamente ao futebol 3 x 3 (o golzinho) à nível mundial como a FIFA,
por exemplo, mas em Portugal já acontece, através da Superliga de Futebol 5[6] e Associação Portuguesa
MiniFootball,[7] torneios
nacionais desta modalidade de futebol.[8] No
Brasil acontece apenas competições isoladas em várias partes do Brasil,
organizadas por prefeituras[9] ou
meios de comunicação, que afirmam organizar torneios de golzinho, cada qual com
regras próprias, sempre de forma recreativa e amadora.
Em 2012, o jornal O Globo organizou o primeiro torneio de golzinho
na Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro.[5]
Há uma história uma metodologia é
neste contexto que o futebol de travinha conhecido na Bahia como a brincadeira
o jogo chamado golzinho tornar-se esporte conforme o livro de regras CBFT
2018-2019 que regulamenta a pratica esportiva no Brasil, diz que foram feitos
alguns estudos e feito o registro através da criação da FPFT Federação Paraibana
de Futebol de travinha a pioneira e grande incentivadora na criação de outras
federações estaduais a despeito da FBFT Federação Baiana de Futebol de Travinha
e devido o sucesso do esporte foi incentivado a criação da CBFT Confederação
Brasileira de Futebol de Travinha onde fundamentou a proposta da unificação das
regras desta modalidade no Brasil, quem nunca jogou golzinho? Muito comum nos
pátios das escolas nos pequenos espaços, nas ruas, nos campinhos, nas praias,
praças etc...muito divertido e a metodologia das regras atuais tem uma dimensão
de “Espirito Disciplinador”.
De acordo com o prefacio do livro de regras
CBFT 2018-2019
A grande atração desta modalidade de
esporte é sem dúvida o Espírito Disciplinador (jogo limpo). A CBFT preocupada
em diminuir a violência no futebol, introduziram nas regras, punições rígidas, inibindo os
atletas a cometerem faltas violentas, além de controlar o comportamento das
torcidas nas arquibancadas
Tendo em vista esta preocupação da
rigidez da disciplina inserida na regras deixa a modalidade mais atrativa
dinâmica com lances de magia e talento onde as habilidades individuais onde a
ginga os dribles a malandragem do nosso samba entre outras manifestações da
cultura do movimento corporal poderão sim sem dúvida alguma serem agregada a
pratica e serão respeitadas além da cultura da manifestação de uma torcida ordeira
festiva que é e será um show a parte e tudo isto pode ser inserido na
metodologia do ensino de forma lúdica e competitiva na educação física escolar.
O estatuto da FBFT Federação Baiana
de futebol de travinha fala das prerrogativas da federação na regulamentação
implementação de ações e desenvolvimento metodológico do esporte dentro do estado da Bahia e o
contexto escolar está inserido, além da preocupação de desenvolver estudos que
criem mecanismos de inclusão de pessoas com necessidades especiais na pratica
da modalidade de futebol de travinha adaptado, demonstrando a grande dimensão
metodológica, social e cultural do esporte na educação física escolar, pois o
golzinho faz a parte da história do baiano do brasileiro.
Segundo o constante no PPP do Colégio a interação e integração dos alunos as
práticas esportivas consiste numa evolução e necessidade básica para o
aprendizado, socialização destes alunos no contexto de uma sociedade melhor,
então os métodos aplicados nas aulas de educação física tendo como ensino a
pratica esportiva dará a este aluno melhores expectativas, oportunidades de
dias melhores, tendo em vista o contexto social em que o colégio é inserido
demonstrando a preocupação do corpo docente em aulas atrativas, atividades
inclusivas que sua dimensão esteja além dos muros da escola refletir nas
famílias o ensino-aprendizado, este é um compromisso observado nos registros
deste documento importante, demonstrando a dimensão social e cultural em
especial das aulas de educação física e o futebol de travinha está inserido por
estar na raiz cultural de nossa sociedade pois quem nunca brincou de golzinho?
2-
VIVÊNCIA
OBSERVADAS DO ESTÁGIO
Colégio Estadual Edith
Mendes da Gama e Abreu situado no bairro capuchinhos na cidade de Feira de Santana, Bahia. É uma Escola de médio
porte que funciona Ensino Fundamental II e Ensino Médio em tempo integral
diurno os alunos entram às 7:30hs e saem às 17:00hs, merenda, almoço e merenda
a tarde, pela manhã matérias didáticas a tarde pratica esportiva, oficinas e
reforço, Possui uma quadra poliesportiva descoberta com, estacionamento uma
pracinha com bancos arborizada, possui 07 salas de aula, 01 sala de
coordenação, 01 sala de professores, 01 cozinha, 02 banheiros, três bebedouros,
01 depósito para merenda, 01 sala para direção, 01 secretaria.
Funcionam 07 salas no turno integral (fundamental
II) e (ensino médio),com média de turmas de 26 alunos, no total geral de
professores 19 sendo 12 efetivos e 7 contratados, professores coordenação 01 coordenador,
diretoria uma diretora e uma vice diretora, pessoal de apoio 03 merendeiras, 01
vigilante por dia, 3 apoio na secretaria, tem colegiado que se reúnem uma vez
por unidade e em ocasiões extra, a observação e regência ocorreu em duas turmas
de 1º e 2º ano do ensino médio respectivamente a professora de educação física
responsável Roberta Maria Ribeiro da Silva CREF 012351-G/Ba, as turmas compostas
de 21 alunos o 1º ano e 17 Alunos 2º ano cada entre 15 a 17 anos, conversamos com
professores, funcionários, alunos, participamos das rodas de conversas foi uma
experiência marcante, já na observação das aulas ministradas pela professora,
foram desenvolvidas muita pratica esportiva como baleado, futsal e o futebol de
travinha em especial o baleado e o futsal tendo em vista a preparação das
equipes da escola que irão participar do JERP(Jogos Estudantis da Rede Pública),
foi destes momentos que após aula em conversa com a professora, que para a
nossa intervenção nos deixou muito a vontade no tocante ao planejamento e execução da nossa regência, o
qual planejamos as aulas e realizamos as intervenções em aulas teóricas, assim
como aulas práticas na quadra, levamos a bola oficial de futebol de travinha a
interação da turma foi muito importante, procuramos o máximo aulas atrativas
com a participação de todos, e finalizamos com torneio: foi apresentado o
seguinte:
PLANO DE
AULA
1ª Aula 1:00h
*As influencias e raízes da brincadeira ao
esporte e sua dimensão na educação física escolar e em nossa comunidade.
*Breve Histórico
do Futebol de travinha
2ª Aula 1:00h
*Origem e Fundação da CBFT e da FBFT
*Informação das regras
3ª Aula 1:00h
*Analises das Regras
*Discussão
para organização do torneio
4ª Aula 1:00h
*Torneio
de futebol de travinha
5ª Aula 1:00h
*Finais
do torneio de futebol de travinha
3-
CONSIDERAÇÕES
FINAIS
A
importância desta vivencia no âmbito escolar e a experiência marcante para a
vida profissional é necessário o corpo a corpo estar de perto com os desafios
da pratica, pois o teórico diferencia em parte o que se vivencia na pratica, o
convívio com estruturas escolares muitas vezes físicas e de materiais muito a quem
das esperadas e necessárias onde o professor de educação física deve estar
preparado para adaptações, improvisações, a criatividades deve ser uma
constante na vida do professor de educação física, pois algo de extrema
necessidade existente em outras matérias e que não dispõe para a educação
física são materiais didáticos planejados e conteúdos programáticos para cada
ano letivo, tendo que o professor planejar suas aulas e seus conteúdos
pesquisados onde acaba não havendo uma unicidade no ensino da rede pública
escolar, tendo o professor que escolher seus conteúdos com muita pesquisa e
criatividade para tornar suas aulas mais atrativas, participativas e
inclusivas, fiquei muito satisfeito com receptividade dos professores,
funcionários e alunos em especial a professora
muito atenciosa que julguei ter sido de grande aprendizado na minha vida
acadêmica que será aplicado na minha vida profissional.
4-
Entrevistas
com professores, funcionários, alunos através do seguinte Questionário
PERGUNTAS(ACADEMICO)
E RESPOSTAS (PROFESSORES, FUNCIONARIOS, ALUNOS).
1- QUAIS
AS DIFICULDADES ENCONTRADAS NA ESCOLA PARA AS ATIVIDADES METODOLOGIA DOS
ESPORTES NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FISICA?
R= TEMOS UM OTIMO ESPAÇO, QUADRA POLIESPORTIVA EM
OTIMAS CONDIÇÕES, MAIS AS DIFULDADES ESTÃO NA FALTA E MANUTENÇÃO DOS MATERIAIS
EM ESPECIAL BOLAS.
2- TEM
MUITOS PROBLEMAS DE ORDEM DISCIPLINAR NA ESCOLA JÁ QUE OS ALUNOS FICAM EM TEMPO
INTEGRAL?
R= DENTRO DA NORMALIDADE POUQUISSIMAS OCORRENCIAS
O NUMERO DE ALUNOS E RAZOAVEL SEMPRE EM ATIVIDADES EM SALA E NA QUADRA COM A
PROFESSORA DE EDUCAÇÃO FISICA E TAMBEM OS ESTAGIARIOS QUE FAZEM ATIVIDADES
ESPORTIVAS CHAMANDO ATENÇÃO A PARTICIPAÇÃOE DISCIPLINA DOS ALUNOS.
3- COMO
É FEITA A ALIMENTAÇÃO E COMO E DIVIDIDA?
R= TRABALHAMOS EM TRES DE SEGUNDA A SEXTA E
FAZEMOS TRES REFEIÇÕES DIARIAS A MERENDA 10:00HS E 15:00HS ONDE É SERVIDO AS
SUCOS, MINGAUS, PIPOCA, BOLO, PÃO COM MATEIGA, SOPA ETC... AS 12:00 HS O ALMOÇO
ARROZ, FEIJÃO, MACARRÃO SALADAS, CARNE SECA, CARNE DE BOI, FRANGO.
4- QUE
HORAS OS ALUNOS ENTRAM NA ESOLA E HORARIO QUE SAEM?
R= ENTRAM AS 7:30 HS E SAEM AS 17:00HS
5- O COLÉGIO
DESENVOLVE AÇÕES COM A PARTICIPAÇÃO DE COMUNIDADE?
R= SIM, SEMPRE INTERAGIMOS COMA COMUNIDADE TEMOS
O COLEGIADO QUE SE REUNE SEMPRE QUE CONVOCADO,
TEMOS PROJETOS COMO SEMANA DAS ARTES, SEMANA DA COSNCIENCIA NEGRA
ATIVIDADES ESPORTIVAS ENTRE OUTRAS QUE SEMPRE BUSCAMOS A INTERAÇÃO E INTEGRAÇÃO
COM A COMUNIDADE.
6- VOCE
GOSTA DO MODELO DE ESCOLA DE TURNO INTEGRAL?
R= SIM
7- GOSTA
DAS AULAS DE EDUCAÇÃO FISICA E ESPORTES?
R= SIM É UM MOMENTO DE DISCONTRAÇÃO MUITAS
ATIVIDADES DIVERTIDAS E QUE APRENDEMOS MUITO SOBRE REGRAS DISCIPLINA
COLETIVIDADE.
8- JÁ
JOGOU FUTEBOL DETRAVINHA?
R= O QUE É ISSO MESMO?
9- JÁ
JOGOU GOLZINHO?
R= NÃO BRINCO MAIS OS MENINOS E AS MENINAS
BRINCAM TODO DIA AI NA QUADRA ALI NO PATIO NAS AULAS E TAMBEM NOS INTERVALOS.
10- O
FUTEBOL DE TRAVINHA (GOLZINHO) FOI OFICIALIZADO ESPORTE VOCE CONHECE AS REGRAS
E AS ENTIDADES QUE REGULAM O ESPORTE NO BRASIL E NO ESTADODA BAHIA?
R= PARTICIPAMOS DE UM TORNEIO EM ANTONIO CARDOSO
ONDE EU JOGUEI O Pf HERCULES YURE NOS LEVOU E NOSSO COLÉGIO FOI CAMPEÃO NÃO SEI
MUITO DAS REGRAS POIS LEMBRO QUE FOI EXPLICADO ALGUMAS COISAS MUITO BASICA E
FOI INFORMADO QUE O TORNEIO ERA DEMONSTRATIVO E NÃO ESTARIA COBRANDO AS REGRAS AO
PÉ DA RISCA MAIS FOI MUITO LEGAL MESMO COM POUCAS ALTERAÇÕES DAQUILO QUE
BRINCAMOS NA RUA, LEMBRO QUE JÁ EXISTE A FEDERAÇÃO BAIANA DE FUTEBOL DE
TRAVINHA E TAMBEM FEZ UM EVENTO AQUI NO BAIRRO E EU PARTICIPEI.
11- VOCE
ACHA IMPORTANTE O DESENVOLVIMENTO E O ENSINO DO FUTEBOL DE TRAVINHA(GOLZINHO)
NO AMBITO DA EDUCAÇÃO FISICA ESCOLAR?
R= SIM É IMPORTANTE JÁ QUE ENSINA FUTEBOL. FUTSAL
O GOLZINHO E MUITO PRATICADO NAS BRINCADEIRAS DENTRO E FORA DA ESCOLA E
NECESSARIO QUE CONHEÇAMOS AS REGRAS A HISTÓRIA QUAIS AS COMPETIÇÕES O QUE FAZER?
COMO PARTICIPAR?
12- QUAL A SUA OPINIÃO O QUE DEVE SER MUDADO NAS
AULAS DE EDUCAÇÃO FISICA DO COLÉGIO?
R= ACHO QUE NADA A PROFESSORA SEMPRE TRAZ
NOVIDADES E RESPEITA AS OPINIÕES ASSIM COMO NO MOMENTO DAS PRATICAS SEMPRE COM
MUITAS OPÇÕES DE ATIVIDADES QUE ATENDE AS PERSPECTIVAS E O GOSTO ESPORTIVO E AS
BRINCADEIRAS INFELIZMENTE O QUE FALTA É BOLAS DE BALEADO, FUTSAL, BASQUETE,
VOLEIBOL, PORQUE AS QUE TEM TUDO FURADAS E VELHAS.
REFERÊNCIAS
*http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/14_24.pdf acessado 15/09/2018 3:41 hs
*(PPP) Colégio Estadual Edith Mendes da Gama e Abreu.
*LIVRO
DE REGRAS CBFT (CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DEFUTEBOL DETRAVINHA) 2018-2019
*ESTATUTO
FBFT (FEDERAÇÃO BAIANA DE FUTEBOL DETRAVINHA)
*http://www.efdeportes.com/efd144/dimensoes-sociais-do-esporte-nas-escolas.htm
acessado 29/04/2018
*http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2010/2010_uel_edfis_pdp_maria_beatriz_bernardy.pdf acessado 20/10/2018 5:02hs
*(TOLKMIT, [199-?], p.43)
*Barbanti (2012, p. 57)
*(BRASIL, 1998)
CURSO DE LIDERES DE AÇÕES COMUNITARIAS E EVANGELIZAÇÃO PROJEFSD/COMCAP
PREFACIO
Este curso é destinado a formação e capacitação daqueles que
sentem o desejo ardente de serem úteis ao reino de Deus em suas comunidades
levantando-se como verdadeiros arautos representantes do reino em suas
comunidades e a representar suas comunidades ao enfrentamento de suas
necessidades na busca de soluções com projetos e ações audaciosas, e o PROJEFSD/COMCAP
dentro de suas atribuições e finalidades estatutárias tem este papel importante
estabelecidos na funcionalidade do
Conselho de criação, implantação, formação, capacitação, ordenação, apoio e
filiação, comunidades, capelanias e ministros de confissão religiosa.
Este curso é de cunho a formar, capacitar verdadeiras
lideranças com visão social sem defender
bandeira ideológica doutrinarias e
denominacionais, e tão somente defender a bandeira da defesa de direitos
sociais e levando o ide da bandeira da paz e liberdade Cristã levando o plano
de salvação de Cristo a ser conhecido de forma sabia,respeitando o livre
arbítrio das pessoas e combatendo toda e
qualquer intolerância religiosa nas nossas comunidades, em respeito as
diferenças, usando as ferramentas, das ações esportivas, sociais, culturais,
artísticas, representantivas de demandas
comunitárias, jurídicas, educacionais, de comunicação etc..., um verdadeiro
líder tem um papel importantíssimo em sua comunidade e detém o respeito e confiança de todos pois o líder sempre esta
pronto a ouvir entender e tentar uma
solução e nisso se torna fácil um líder atuante adentrar transitar levando o
ide de Cristo dentro de suas ações no seio da comunidade tendo credibilidade
para isto.
Dinâmica e Perguntas
pessoais inicial:
Dinâmica
( papel contendo so o seu nome) em numero de participantes espalhados pela sala
para o aluno encontrar o seu o professor
mandara guardar e cuidar.
O
que e ser líder?
Tem
certeza do seu papel social em sua comunidade?
Tem
certeza de sua salvação?
Palavras chave: Liderança, Comunidade,
Evangelização
1-Introdução
A
importância de formação e capacitação de lideres comunitários de evangelização,
Cristãos de excelência que comunguem dos anseios e necessidades em suas
comunidades que sintam as dores e busquem soluções conjuntas interagindo
cooperando sendo uma voz ativa que saiam do conforto dos púlpitos e tenham
visão panorâmica de “chamados para fora” que é o verdadeiro sentido da
“EKLESIA”, para que o evangelho seja pregado na forma mais natural voltando aos
primórdios o qual de forma honrosa os primórdios foram denominados pelos que de
longe os viam e recebiam sua atenção e resultados de suas atitudes ou seja suas
obras e envolvimento diferenciado meio a sociedade, comunidade em que viveram
mesmo meio a perseguições mais a comunidade reconheceram e os denominaram
“Cristãos”, os formados por Jesus foram e devem ser diferenciados, saber ouvir
, falar, o líder inova, desenvolve, inspira, tem visão de longo prazo, pergunta
sobre o que o porque, provoca desafios, inicia estratégias, visualiza e busca
soluções, procura usar ferramentas aplausíveis para alcançar os objetivos em
tudo visualiza a representação e engrandecimento do reino de Deus e
oportunidades para o cumprimento do “Ide” de CRISTO através da evangelização no
seio de suas ações comunitárias procurando apresentar como obreiro aprovado de
forma racional pois foi capacitado para isto resultado da busca do conhecimento
é isto que este os estudos e pesquisas contidos neste trabalho dará ao participante
um conhecimento importante a exercer com
excelência a função primorosa de líder de ações comunitárias e Evangelização.
2-Objetivo especifico:
Formar
verdadeiros líderes que representem ações incentivadas em parcerias ou não com
os núcleos de ministros entre outros do PROJEFSD/COMCAP
3-Objetivo
Geral:
Definir
o que é líder
Despertar
líderes de excelência
Apresentar
aspectos inerentes ao líder
Ensinar
métodos eficazes de evangelização
4- Desenvolvimento:
4.1
Abrir os olhos Recuperar a visão
“Disseram-lhe eles: Senhor, que os nossos olhos sejam
abertos.
Então Jesus, movido de íntima compaixão, tocou-lhes nos olhos, e logo seus olhos viram; e eles o seguiram”. Mateus 20:33,34
Então Jesus, movido de íntima compaixão, tocou-lhes nos olhos, e logo seus olhos viram; e eles o seguiram”. Mateus 20:33,34
Hoje
grande parte dos que dizem serem líderes
estão com olhos fechados cegos ou só fixados focado no seu próprio “umbigo” nos
seus próprios interesses só conseguimos enxergar o que esta em nossa volta
quando queremos conhecer os interesses e
necessidades que esta em nossa volta e abrir os olhos ou recuperar a visão
perdida no ego e nos próprios interesses.
Se faz necessário abrir os olhos, só assim conseguiremos
a vislumbrar novos rumos, novos caminhos
e novas orientações se deixarmos os
olhos serem abertos, e ser líder e ter visão panorâmica de si e dos outros em
prol de outrem Jesus teve visão e exerceu liderança a todo momento e quem abriu
a visão o seguiu nesta mesma visão, de ser não um mero discípulo a seguir e sim
um líder a exercer o que seus olhos se abriram, ou recuperaram a visão a ver e
aprender executar o grande papel social que Cristo representou no meio das
comunidades as quais passou e representou.
4.2
Preparar para boas obras
“Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as
boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.” EF 2:10
Mas vocês sabem que Timóteo foi aprovado porque serviu
comigo no trabalho do evangelho como um filho ao lado de seu pai. Filipenses
2:22
Procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não
tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade. 2 Timóteo 2:15
É necessário preparar lideres que compreendam que ao ser
chamado para exercer sua liderança é preciso visualizar todas as questões
sociais, culturais etc...que fazem parte da comunidade suas necessidades pois é
papel do líder fazer, buscar meios e influenciar ações de boas obras não
estamos falando de assistencialismo barato, somos feituras de Deus todos temos
as mesmas capacidades que precisam ser despertadas e influenciadas a buscar
seus ideais.
A pescarem o peixe com a vara e o ensinamento que foi
prestado de forma voluntaria cordial e gratuita, mais comungar o preço de dar a
continuidade, ou seja andar prosseguir
nesta boa obra, estar sempre pronto ajudar a buscar a solução onde se tenha o
direito ou quem possa ajudar em ações
urgentes conforme o tempo, local e
circunstâncias as quais o líder se deparara meio a comunidade e vai depender
como o líder esteja preparado para que o nome de Cristo seja exaltado com sua
ação sempre pronto a servir e buscar soluções pois foi preparado e se
aperfeiçoa para tal.
4.3 Entender e aceitar o imperativo “Ide “
Vimos no
tópico passado à questão das boas obras, Jesus fez isto interagiu com a
comunidade em busca de soluções para os anseios as necessidades do povo e
quando ele determina aos seus discípulos para “Ir fazer discípulos” servindo de
exemplo para nós hoje, ele fala que eles estavam preparados para levar a
mensagem.
Pois
vivenciaram e tiveram exemplo passaram pelo curso intensivo teórico, e pelo
caminho nas comunidades na pratica estagiando com o mestre Jesus Cristo, sempre
buscando solução para as problemáticas das comunidades por onde passaram
cuidando do corpo e da alma, e isto lhe deram suporte e experiência ousadia para
atuarem em suas comunidades e saírem de suas comunidades para expansão desta
filosofia.
Do maravilhoso evangelho transformador, de
abrir olhos na formação de lideres de excelência, preocupados com toda boa obra,
o qual levou o evangelho chegar ate nós, mais é preciso entender e aceitar este”
ide” de continuidade de lideres racionais com os ouvidos e visão aberta a
aprender e empreender.
4.5 Imbuir na posição de líder e
criar estratégias para execução do “IDE” e defesa de direitos sociais.
Lucas 10:1-24 Jesus envia setenta e dois discípulos
Depois disto, o Senhor escolheu
outros setenta e dois discípulos e enviou os à sua frente de dois em dois a
todas as localidades, vilas e aldeias que tencionava visitar mais tarde. 2 Foram
estas as instruções que lhes deu: “Roguem ao Senhor da seara que envie mais
trabalhadores, porque a seara é vasta e os trabalhadores são poucos. 3/4 Agora
vão e lembrem-se de que vos envio como cordeiros para o meio de lobos. Não
levem dinheiro convosco, nem saco, nem mesmo calçado de reserva. E não percam
tempo a cumprimentar gente pelo caminho.5/7 Sempre que
entrarem num lar, lancem-lhe a vossa bênção. Se for digno de bênção, esta
ficará; se não, para vocês voltará. Quando entrarem numa localidade, não andem
de casa em casa, antes fiquem numa só casa, comendo e bebendo do que vos
puserem à frente. Porque digno é o trabalhador do seu salário.8/10 Se
uma cidade vos receber, comam do que vos oferecerem, curem os enfermos e digam:
‘O reino de Deus chegou até vocês’. Se, porém, uma terra vos rejeitar, saiam
para as ruas e digam: 11 ‘Limpamos dos nossos pés o
pó desta povoação como sinal da vossa condenação. Nunca se esqueçam de que o
reino de Deus chegou até vocês!’ 12 Mesmo a
perversa Sodoma estará em melhores condições no dia do julgamento do que essa
terra.13 Que horrores vos esperam, cidades de Corazim e
Betsaida! Porque, se os milagres que vos fiz tivessem sido realizados nas
cidades de Tiro e Sidom, o seu povo terseia sentado, há muito, em profundo
arrependimento, vestindo pano de saco e deitando cinzas sobre a cabeça em sinal
de remorso. 14 Sim, Tiro e Sidom receberá menos
castigo no dia do julgamento do que vocês. 15 E tu,
povo de Cafarnaum, que direi de ti? Serás tu levantado até ao céu? Com certeza
que não, serás antes mergulhado no inferno.”16 Depois
disse aos discípulos: “Quem vos ouve é a mim que ouve. E quem vos rejeitar é a
mim que rejeita. E quem me rejeitar rejeita Deus, que me enviou.”17 Quando
os setenta e dois discípulos voltaram, cheios de alegria, contaram: “Senhor, os
próprios demónios nos obedecem quando
nos servimos do teu nome.”18/20 “Sim”, disse-lhes
Jesus, “eu próprio vi Satanás cair dos céus como um raio! Dei-vos autoridade
sobre os poderes do inimigo, e para pisar serpentes e escorpiões. Nada vos fará
mal. Todavia não se alegrem porque os demónios vos obedecem. Alegrem-se por os
vossos nomes estarem registrados nos céus.”21 Então
Jesus, cheio da alegria do Espírito Santo, disse: “Eu te louvo, ó Pai, Senhor
dos céus e da Terra, porque escondes estas coisas aos instruídos e aos sábios,
e as revelas às criancinhas. Sim, obrigado, pai, pois foi assim que o quiseste.22 O
meu Pai deume autoridade sobre todas as coisas, e ninguém conhece
verdadeiramente o Filho a não ser o Pai, e ninguém conhece verdadeiramente o
Pai a não ser o Filho, e aqueles a quem o Filho tiver por bem revelá-lo.”23/24 Voltando-se
para os discípulos, disse-lhes em particular: “Como é grande o vosso
privilégio por terem visto o que viram! Muitos profetas e reis desejaram ver o
que vocês vêem e não o viram; ouvir o que vocês ouvem e não o ouviram!”
Atos
dos Apóstolos Capítulo 2:43-47
43.E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e
sinais se faziam pelos apóstolos.44.E todos os que
criam estavam juntos, e tinham tudo em comum.45.E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam
com todos, segundo cada um havia de mister.46.E, perseverando unânimes todos os dias no templo,
e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração,47.Louvando a Deus, e caindo na
graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja
aqueles que se haviam de salvar.
Atos 4:33-35 33Com
grande poder os apóstolos continuavam a pregar, testemunhando da ressurreição
do Senhor, e maravilhosa graça estava sobre todos eles. 34Não havia uma só pessoa necessitada entre eles, pois os que
possuíam terras ou casas as vendiam, traziam o dinheiro da venda35e
o depositavam aos pés dos apóstolos, que por sua vez, o repartiam conforme a
necessidade de cada um.
Aprender
e empreender, foi o que Jesus fez e ensinou seus discípulos em formação, e
quando lideres formados executaram estratégias diversas necessárias ao seu
tempo, circunstancias e local, o líder deve ter uma percepção saber ouvir,
falar, agregar, observar tudo em sua volta identificar as necessidades a
receptividade e assim formar suas estratégias de ações, através de todas
ferramentas possíveis e legais para que o nome de Cristo seja exaltado não
adianta querer só ser pregador sem ser ouvido, as vezes ações silenciosas valem
mais que mil palavras mais é preciso estudar interagir com seu publico sua
clientela ou seja sua equipe de trabalho e sua comunidade todos devem ser
despertados a serem lideres, pois em algum momento lugar ou circunstancias
todos exercem algum tipo de liderança, e preciso ganhar a confiança das pessoas
em suas comunidades, e ganhar a confiança das pessoas requer ações demonstração
de interesse pela causa do outrem, ai sim o verdadeiro líder será ouvido, ai
esta o grande trunfo do líder comunitário em colocar sua estratégia de
evangelização embutida de forma sabia nas ações comunitárias, e não perder a chance de falar do plano de
redenção de Cristo Jesus para o ser humano e ter atenção da comunidade que te
admira por suas ações e atitudes de quem tem excelentes serviços prestados a
sua comunidade, mais é necessário estratégias inteligentes inovadoras conforme
a necessidade local.
5- O que é ser
lider?
Segundo
o portal IBC Existem pessoas que têm o
dom de influenciar outras, característica que
pode ser percebida logo cedo, ainda na infância. Um bom líder é aquele capaz de
extrair o melhor de cada indivíduo, é uma pessoa íntegra, entusiasmada e que
sabe, ao mesmo tempo, demonstrar firmeza e motivar os colegas. Outras
importantes qualidades
de um líder são:
iniciativa, flexibilidade, responsabilidade, determinação, garra, dinamismo,
zelo e serenidade. Um líder também precisa ter habilidade para saber qual o
momento certo para seguir a razão ou emoção, ser capaz de adapta-se às mudanças
constantes e ter disposição para defender suas convicções, tudo isso sem
desprezar o ponto de vista das outras pessoas. Além disso, o líder não pode ter
medo de se expor, deve ter iniciativa, ser um bom comunicador, possuir um forte
senso de justiça, estar sempre pronto para ajudar e à disposição para ouvir o
que os outros têm a dizer.
Existem
pessoas que tem o dom de liderar são os lideres nato mais devem ser
aperfeiçoados, treinados lapidados e tem o líder que não tem tanto dom mais
aprendem a ser líder estudando se capacitando e tem os chamados chefes que so
sabem dar ordens mandar não ouvem são os donos da razão e acabam não agregando
pessoas não obtendo respeito nem admiração e só medo e pavor dos que estão ao
seu redor, líder não manda, comanda, com a participação e respeito às opiniões
e sugestões agregando pessoas aos seus projetos ganhando o respeito e admiração
dos que estão a usa volta, o líder toma par da situação e as solta, ouve e fala
não é a ultima palavra nem a voz única e exclusiva da verdade, mais é aquele
que decide assume a responsabilidade sendo a voz do anseio de todos.
5.1 Aspectos de liderança
Líder ou liderança,
o termo liderança é mais utilizado do que o termo líder, embora a rigor seja
errado dizer que alguém é uma liderança. O correto seria dizer que alguém
exerce a liderança, função de todo líder. Ocorre, porém, que a palavra líder
está muito associada à noção de “líder nato”, que embute a concepção de que a
liderança é um dom.
E dons não são
aprendidos. É claro que a tendência para liderar não é um atributo de todos.
Mas, certamente, muitas pessoas não desenvolvem sua capacidade de liderança por
falta de oportunidade. O senso comum também relaciona “liderar” com “mandar”,
ou seja, uma visão de poder de uns sobre os outros, que contraria os princípios
de desenvolvimento de pessoas e horizontalidade do terceiro setor.
Há espaço para a
liderança de várias ações em uma organização; não há motivo para isso ser
atribuição de uma só pessoa. Aliás, isso é impossível! A necessidade de ter
várias pessoas liderando diferentes ações, unida ao princípio de que liderar é
um direito de todos, leva ao conceito de multilíderança.
De acordo com James
Hunter1, “liderar é influenciar e inspirar as pessoas para agirem”. O consultor
César Souza2 vai além: “um líder eficaz é aquele que transforma sonhos em
realidade. (…) O papel do líder é o de
definir uma causa, não apenas tarefas para sua equipe; formar outros líderes,
não apenas seguidores; surpreender pelos resultados, fazendo mais do que o
combinado; e inspirar pelos valores, não apenas pelo carisma.
As principais
características do líder eficaz são: perseverança, iniciativa, criatividade,
foco, integridade, proatividade, otimismo e um conjunto de atitudes que ajudam
as pessoas que convivem com ele a se desenvolverem. Mas a maior característica
de um líder é a paixão. Para obter sucesso, tem de ser apaixonado pelo que faz…”. Conforme o dicionário,
liderança é a “capacidade de liderar”, e capacidades podem ser aprendidas e
desenvolvidas.
5.2 O Líder que Serve
A formação de lideranças para o
desenvolvimento sustentável de uma comunidade é um tema complexo e ainda pouco
desenvolvido
No âmbito teórico, é
necessário reconhecer a importância das teses que explicam a existência de
traços comportamentais comuns a todos os líderes e discorrem sobre o papel do
contexto no estímulo ao surgimento e à validação de lideranças.
São teorias apoiadas
em experiências organizacionais, que mostram a importância de uma base
institucional para que as decisões dos líderes sejam efetivas, eficazes e eficientes.
Em termos de prática, existem líderes que são inatos, quer por sua atitude natural,
ou por sua autoridade intelectual e moral.
Mas também se sabe
que os líderes se aperfeiçoam ao longo do tempo. Esse aprendizado se dá com a
própria vivência ou por meio de programas educativos, que atuam de maneira
informativa ou formativa. Em outras palavras: a liderança pode ser ensinada e
aprendida.
É importante também
assumir uma definição de “liderança”. Essa
definição reconhece que líderes têm características próprias, muitas inatas,
que potencialmente podem e devem ser aprimoradas pela aquisição de
conhecimentos, habilidades e comportamentos. Também admite que há pessoas que
encontram lógica interior e se mobilizam para levar adiante as decisões que lhe
são sugeridas pelo líder.
5.3 Entre essas características ou traços estão:
• necessidade íntima
de conseguir pessoalmente transformar uma realidade;
• necessidade de
alcançar determinado poder para estar em condições de realizar a transformação
identificada;
• possuir
habilidades para relações interpessoais, a fim de conseguir liderar pessoas,
grupos, e estabelecer as necessárias parcerias estratégicas com outros líderes;
• possuir habilidades
cognitivas para identificar situações que necessitam transformações, como
buscar conhecer fatores determinantes de situações, a avaliar possíveis soluções
e estratégias para implantá-las, buscar adeptos ou seguidores e organizar o
trabalho a ser feito;
• ter autoconfiança,
que deve se refletir em: uma crença pessoal em valores; conhecimentos e
habilidades adquiridos; saber lidar com situações e pessoas. Talvez esse seja o
traço comportamental determinante da liderança, já que os seguidores aceitam
ser liderados especialmente em situações em que não estão confiantes e, por
isso, necessitam de suporte externo para guiar suas ações;
• exercitar
permanentemente um comportamento ético em relação às causas que defende, às
soluções que propõe, aos seguidores que lidera, aos outros líderes com quem
estabelece relações e às organizações às quais se afilia. Nesse sentido, é
fundamental distinguir os conhecimentos e habilidades esperados de um líder dos
de um gestor/chefe. Isso se resume no quadro a seguir:
Líder |
Gestor/chefe |
Inova |
Administra |
Desenvolve |
Mantém |
Inspira |
Controla |
Tem visão de longo prazo |
Tem visão de curto prazo |
Pergunta sobre o que? e o porque? |
Pergunta sobre o como? e quando? |
Provoca desafia |
Aceita |
Inicia estratégias |
Segue estratégias |
Visualiza e Busca soluções |
Estuda e aguarda soluções |
Líder Servidor: um
novo conceito para a liderança local As comunidades tem um entendimento sobre
seus líderes como sendo aqueles que ocupam posições de chefia dentro das
organizações, sejam elas públicas ou privadas. Pensam que os líderes deveriam
ser pessoas hierarquicamente em condição de superioridade, ditando ordens.
Muitas vezes, essa
imagem equivocada chega até as organizações comunitárias, fazendo crer que os
líderes devem sempre impor seu ponto de vista. O problema é que esses “líderes”
assumem posições individuais sobre as reais necessidades da comunidade, atuando
somente com base em sua informação e poder, tendo dificuldade de articular
apoio ou de estabelecer uma coalizão de interesses.
Como conseqüência, além de não saberem
utilizar a posição que ocupam, ao sentirem dificuldades em “mandar”, recolhem-se
à segurança do isolamento em suas organizações. Eles colocam seu orgulho e
vaidade acima dos interesses coletivos.
E por isso são
“líderes” que não conseguem perceber que o poder é inerente ao posto que
ocupam; não propriamente à sua pessoa. Mesmo quando participam da vida
comunitária, com aparente cordialidade e aceitando os processos democráticos de
decisão, eles continuam agindo para que os resultados de qualquer escolha sejam
exatamente os que eles esperam, sem dar margem
à negociação.
São “líderes” que se
valem da desigualdade de poder entre os participantes. Em busca de uma visão de
liderança alinhada com a concepção de que o líder não é aquele que tem “o
poder”, mas, sim, quem tem o “poder de agir a serviço do desenvolvimento
sustentável da comunidade,
5.4 Importantes pensamentos a ser seguidos por lideranças
Igualdade A liderança servidora tem como base pensar
coletivamente e ter no líder aquele que se doa em favor do grupo. Embora tenha
sua ação orientada por um forte compromisso interior que a motiva, não se
coloca acima dos demais membros da comunidade. Busca encontrar parceiros,
movida por suas idéias e criatividade, porém se sujeita ao julgamento de outros
para validar suas opiniões. Não se sente maior e melhor do que ninguém. Mesmo quando
ostenta títulos e ocupa cargos importantes, o líder servidor não utiliza a
autoridade formal para ser respeitado. Prefere inspirar pelo exemplo e atrair
“aliados”, ao invés de simples “seguidores”. Seu poder emerge da própria
coerência, atitude e credibilidade ao longo do tempo.
Valores O líder servidor coloca como premissa de sua ação a
aceitação de que o bem coletivo é sempre maior do que qualquer interesse
individual. Esse entendimento faz com que ele esteja sempre pronto a sacrificar
qualquer posição individual e aberto a aceitar pontos de vista voltados ao
coletivo. Para o líder servidor, a diversidade de opiniões e de capacidades são
riquezas que devem ser estimuladas no grupo, e celebradas em benefício da
comunidade. Assim, ele assume uma atitude de acolhida para com todos os membros
e para com todas as idéias. Porém, busca ajudar os integrantes do grupo a serem
coerentes com o benefício comum. O líder servidor acredita que contribui para o
crescimento de cada participante em seu esforço de apoio à comunidade. Essa
atitude de receptividade baseia-se na crença de que cada um é possuidor de
diferentes talentos, que devem ser identificados e revelados para o benefício
de todos. Nesse sentido, o líder servidor busca apoiar cada participante a
descobrir seu potencial para a ação coletiva. É assim, dando confiança e
acreditando nas pessoas, que ele ganha seguidores, passando a atuar como líder
do grupo. E, quanto mais auxilia seus aliados, mais fidelidade obtém.
Doação Um líder servidor também acredita na
importância de sua participação para o benefício coletivo. Isso porque consegue
perceber a importância de seus dons para atender um problema, uma causa, um
foco de interesse coletivo. Esse líder não busca posições e nem reconhecimento,
pois, de maneira altruísta, propõe-se a despertar a capacidade de liderança dos
outros. Ele pode tanto ocupar a posição de mestre, como de aluno, dependendo da
circunstância. Mestre porque busca despertar competências em cada seguidor,
ensinando valores e crenças por suas atitudes. Aluno porque busca também ser um
eterno aprendiz daquilo que os outros podem lhe oferecer. Assume a humildade
como virtude necessária para se opor ao reconhecimento individual. Acredita que
formar novos líderes é necessário para o sucesso de qualquer empreendimento.
Deixar posições toda vez que acredita
que existam pessoas mais competentes para a tarefa. E transfere seus poderes
facilmente.
Confiança O líder
servidor justifica-se na sociedade por seu desejo de apoiar causas que podem
transformar a vida das pessoas. É um natural defensor dos direitos humanos e da
crença ilimitada na capacidade humana em vencer desafios. Por estar convencido
de seu papel, demonstra autoconfiança nas decisões em que se envolve. E, assim,
transfere confiança para aqueles com quem atua. É um agente de transformação do
mundo por sua força interior e pela demonstração do próprio exemplo. Sua
segurança lhe confere serenidade nos momentos mais difíceis, reagindo de
maneira equilibrada a eventuais provocações. Além disso, tem independência para
fazer juízo e tomar decisões necessárias. Para poder transmitir sua autoconfiança,
o líder servidor é possuidor também de autoconhecimento. Ele sabe o que sabe, o
que não sabe, e conhece seus limites. Assim, busca continuamente a expansão das
próprias capacidades. E por ter sua vida pautada em valores, acredita na
importância do crescimento espiritual como meio de dar significado a sua vida
pessoal, familiar e comunitária. Vida que ganha significado à medida que serve
aos outros.
Evolução A atitude do líder servidor como um eterno
aprendiz determina uma necessidade interior de estar aberto à influência dos
outros ou de novos conhecimentos para se deixar continuamente transformar e
evoluir. O líder servidor recebe as críticas de maneira construtiva, e também
critica de maneira construtiva. Ele tem, de forma clara, um entendimento sobre
sua própria evolução. Sabe que a formação leva tempo. E que se dá de maneira
progressiva, como resultado da coerência e consistência da própria atitude frente
aos acontecimentos. O líder servidor semeia todos os dias, pois sabe que uma
boa colheita só acontece após muito investimento. É interessante notar como o
líder servidor corre o perigo de se transformar num líder carismático, o que
nunca procura ser. Quando reconhece que é tratado como tal, busca usar esse
entendimento como instrumento para educar e motivar seus pares. É paciente e
determinado em sua caminhada evolutiva.
Consistência O líder servidor não espera ter
todas as informações para entrar em ação. Sabe que os pequenos progressos abrem
caminho para novos aprendizados, que ampliam a visão e fornecem recursos para
seguir adiante. Por isso, ele dá sempre o primeiro passo. E os passos a seguir
são determinados pelas circunstâncias e pelas participações de outros
integrantes. Como tomou a iniciativa, o líder servidor estabelece para si
estratégias que garantam o processo evolutivo do grupo. Assim, antecipa desafios
e oportunidades de crescimento coletivo. Dá grande atenção a sua própria
preparação para participar ativamente das atividades propostas pelo grupo. E,
ao aceitar o desafio de ensinar os outros, assume o controle sobre a própria
educação, obrigando-se a ser o melhor aprendiz. Além de conhecer o que ensina,
o líder servidor sabe a importância de ser o que ensina.
5.5 É possível
aplicar os princípios da liderança servidora?
A
sociedade e as comunidades adquirem mecanismos de sustentabilidade com base em
condições culturais, sociais, econômicas, ambientais e a partir de seu
potencial, determinado por condições geográficas e históricas.
Sabe-se,
também, que diferentes capitais, recursos existentes nas comunidades devem ser
explicitados, valorizados e colocados à disposição do processo de
desenvolvimento sustentável. Ao capital econômico devem-se juntar o capital humano – definido pela quantidade e qualidade
de seus cidadãos e de seus conhecimentos e talentos – e o capital social –
determinado pelas entidades organizadas ou não existentes na comunidade, sejam
elas públicas ou privadas, de caráter lucrativo ou não, e pelas relações
esporádicas ou permanentes que existam entre elas.
Nesse sentido, cabe aos líderes comunitários
saber mobilizar esses capitais locais para o projeto de desenvolvimento
comunitário. Infelizmente, esse entendimento sobre o líder comunitário ainda
não é amplamente praticado na sociedade brasileira. Na maioria dos casos, o
poder fica concentrado em poucas pessoas, que a ele se agarram e por meio dele
se legitimam para decidir pela comunidade.
6- ABUSO DE
PODER E INTOLERÂNCIA
A
Constituição Federal garante liberdade religiosa a todo cidadão brasileiro. O
artigo 5º da Constituição Federativa do Brasil no seu inciso VI – É inviolável
a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurada aos locais de culto e
a suas liturgias; Reforçando no inciso VIII, quando ninguém será privado de
direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política,
salvo se as invocar para eximir se de obrigação legal a todos imposta e
recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
Segundo
o artigo o acadêmico “Quando há manipulação
no clero religioso” de Mario Bezerra
da Silva, a seguir:
“
Em algumas comunidades onde ainda não se faz presente à mão do Estado, bandidos
impõem suas próprias leis. E liberdade religiosa definitivamente não é
prioridade entre elas. Quadrilhas em diversas comunidades estão proibindo
manifestações de umbanda, candomblé e expulsando donos de terreiros. A
intolerância religiosa está ligada à expansão de igrejas independentes que nada
têm a ver com as tradicionais denominações. Seus líderes se intitulam pastores
e exigem muito pouco da conversão: os bandidos podem continuar no crime e,
mesmo assim, ostentar o título de “convertidos por Jesus”. Em troca, expulsam a
“concorrência” de seus territórios.
Relatos
de moradores e líderes comunitários e religiosos sobre o fim da liberdade
religiosa nas comunidades carentes,
apontam para proibição de pulseiras e cordões afros, de acordo com o
presidente da Associação de Moradores do Dendê no Rio de Janeiro, Nilton
Fernando, explica o milagre da multiplicação das igrejas independentes: Todo
mundo que tem um quartinho sobrando, abre um templo religioso – diz Nilton
Fernando.
Igrejas independentes utilizam táticas
semelhantes aos umbandistas para atraírem fiéis. Apesar da hostilidade contra
os umbandistas, às igrejas independentes freqüentadas por traficantes adotaram
rituais bem parecidos com as práticas de religiões afro – brasileiras. Os
pastores prometem fechar o corpo e orar para evitar mal olhado e “opressões
espirituais”. Como os líderes das igrejas independentes estão interessados
basicamente em aumentar seu rebanho, eles são pouco exigentes com a conversão.
Não só permitem que os “batizados” continuem
no crime, como ainda prometem proteção espiritual para eles serem bem –
sucedidos em suas ações.”
Hoje
temos visto uma expansão desordenada de “ministérios” capeados de bíblia com
conteúdos anátemas as escrituras com verdadeiros abusos e incitando a
intolerância discórdias longe muito longe da graça e paz libertadora de Cristo
e sua misericórdia, para se cumprir o ide não é necessariamente abrir
ministérios abrir portas de ditas “igrejas” quem tem desejo ardente de ver
vidas mudadas levar pessoas a Cristo tornam-se lideres e agem com ações
agregadoras não de disputas, dissensões e diversos abusos de intolerância e
imposições do homem ou mulher que se acha líder mandatário e resolveu fazer
suas próprias doutrinas para aprisionar pessoas ao seu dogma.”ministério”.
.
6.1 A POLITICA DA BOA VIZINHANÇA
Tem
um adágio popular muito comum que as pessoas costumam falar , mais que jamais deve passar a boca nem
mente de um líder “- a minha educação depende da sua” ou seja o líder deve
agregar pessoas e mostrar o seu valor, no líder as pessoas vêem um braço forte
racional com total controle e domínio do seu eu, para poder resolver as
situações do outrem mesmo que o líder como humano tem seus problemas e
conflitos afinal e ser humano.
Introspectivamente
o líder deve refletir, que tem a paz a educação serenidade, preparo bastante a
não depender da educação, paz, saudações, atitudes, posicionamentos louváveis de outrem para demonstrar sua
atitude, o líder deve ter iniciativa de sair a frente em sua localidade.
A comunicação, um bom dia a paz a interação as
resposta temperadas e com autoridade e sabedoria, pois todos visualiza no líder
uma referência, o líder não deve julgar ninguém o líder é conciliador e sua
parentela vizinhança deve ser os primeiros a conhecer suas ações de liderança
mesmo que não e valorizem mais você deve
estender suas mãos sem olhar a quem.
Tem
pessoas que exercem cargos em suas igrejas em outras comunidades fazem e
acontecem e na sua comunidade ninguém nunca ouviu um bom dia deste dito “ líder”,
quanto mais uma migalha das ditas
“grandes ações” que este desenvolve em outros locais, tem muitos ainda que diz
“não quero conta com este povo”.”não tem ninguém que preste”, “oh povinho”, “só
a misericórdia mesmo viu”, se as pessoas não dão credibilidade a nossa
liderança devemos dar continuidade no exercício observar o que tem de errado
melhorar cada vez a postura a atuação para expandir a partir de sua referência
local, não existe vizinhos ruins, existe qual o tipo de relacionamento que se
tem com o vizinho e qual o ponto de vista exemplo 696 ou 969.
7- CRIATIVIDADE, AÇÕES E PROJETOS INOVADORES
O
líder deve estar atento as tendências ser criativo, inovador estar sempre com
um passo a frente, interagir dentro dos princípios éticos e morais, e
necessidades em sua comunidade com projetos e ações relevantes conforme os
recursos e disponibilidades, por menor que seja mais que sempre proponha ações
que reflitam na vida das pessoas, o líder deve não copiar, mais tomar por exemplo boas ações de outros
lideres entidades, projetos dando a roupagem necessária a realidade da sua
clientela, projetos excelentes de escolinhas desportivas, atividades lúdicas,
células familiares, encontros de casais, direitos sociais, sustentabilidade,
PNE (PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS), COMUNIDADES SURDAS, CEGOS ETC..,
CRIANÇAS, JOVENS, ADULTOS, IDOSOS, DEPENDENTES QUIMICOS, VUNERABILIDADE SOCIAL,
MORADORES DE RUA, PROJETOS DE moradia,
emprego e renda, cursos artesanais, palestras motivacionais, representar os
anseios da comunidade junto as associações locais, órgãos, etc..., datas
comemorativas dia das crianças, dia das mães,dia dos pais etc..., torneios,
apresentações culturais, concursos, grupos de visitações as escolas, são tantos
projetos e ações que devemos trabalhar sem tradicionalismos banais abrindo a
mente e deixando marcas importantes na comunidade foi isso que Jesus fez
seguido posteriormente pelos lideres que ele formou pois o verdadeiro líder não
forma discípulos forma lideres.
7.1 SABEDORIA AO UTILIZAR SUA ATUAÇÃO COMUNITÁRIA E
LEVAR JESUS E SEU PLANO DE SALVAÇÃO ATRAVÉS DE UM EVANGELISMO EFICIENTE.
Jesus
teve ousadia assim como seus lideres formados, eles tiveram ações de grande
relevância no meio do povo, alimentaram os necessitados, fizeram e participaram de festas
datas e momentos comemorativos,
incentivaram a comunidade a partilhar a se importar com a causa alheia,
cuidaram dos enfermos, ampararam os órfãos, pagaram tributos, discutiram
problemáticas sociais batendo de frente com os sistemas religiosos e políticos
da época em prol da liberdade e demandas de um povo, e com isto não foram bem visto nem quisto pelas
autoridades.
Muitas vezes o verdadeiro líder não será bem
recebido pelos sistemas por conta de suas representações junto a causa de seu
povo.
Jesus
é o maior exemplo e com isto teve e aproveitou muito bem as oportunidades para
de forma sabia serena, e de entendimento as pessoas de acordo com o assunto tratado
e grau de entendimento de cada grupo, localidade em prol que sua missão fosse
assimilada por todos.
Então hoje não deve ser diferente com o
trabalho de lideres atuantes, deve utilizar as oportunidades em suas diversas
ações para implantar formas de que sua principal missão como cristão, de
evangelizar levando o plano de salvação de Deus a sua comunidade.
8- O QUE É EVANGELIZAÇÃO? Estrutura extraída DO MANUAL DE EVANGELISMO DO PROJETO
AVIVA Ó SENHOR COM ALGUMAS ALTERAÇÕES
I-) DEFINIÇÃO DE EVANGELHO:
A palavra “evangelho” quer
dizer “Boas novas” vem de duas palavras gregas “eu”, que
traduzido quer dizer “bom”, e “angelia”, que traduzido quer
dizer “notícia, mensagem ou novas”, formando assim a palavra
euangélia que foi traduzido para “evangelho”.
O Senhor
Jesus Cristo é e sempre será a essência do evangelho, Seu
ministério terreno, seu sofrimento, sua vinda, sua morte e ressurreição deve
ser sempre o conteúdo de nossa pregação, através do evangelho é que o homem
conhece a salvação na pessoa de Jesus Cristo.
Ele
é a única resposta para este mundo que perece em conseqüência do pecado.
O evangelho não é algo que surgiu de improviso, pois Deus na sua onisciência o
havia prometido desde antes dos tempos dos séculos (Tito1:02). A
bíblia diz que Deus o prometeu pelo seus profetas nas santas
escrituras (Romanos 1:02), O evangelho de Cristo é a única mensagem
que embora pregada há mais de dois mil anos continua nova a cada dia, e sempre
está em eminência nos nossos corações.
II-) TIPOS DE EVANGELISMO (COMO,
ONDE E PORQUE EVANGELIZAR?)
a-) EVANGELISMO EM MASSA:
Chamamos de evangelismo em massa a pregação do evangelho feita a um grupo de
pessoas, quer seja em uma casa, colégio, culto ao ar livre ou até mesmo em um
templo religioso. Este tipo de evangelismo requer um cuidado especial e uma
prévia preparação, visto que vamos falar com diferentes pessoas ao mesmo tempo
e a mensagem deverá atingir a todos sem afetar negativamente a nenhum dos
ouvintes, Jesus nos deixou alguns exemplos de evangelismo em massa, (João
4:40, Mateus 4:23-25, Lucas 18:35-37, Marcos 4:1-14)
b-) EVANGELISMO PESSOAL:
Evangelismo pessoal é buscar ganhar almas pessoalmente, Jesus nos deu este
exemplo embora ele falasse muito a multidões, ele nunca perdeu a oportunidade
de falar a alguém que dele se aproximasse. No evangelho de João, Jesus nos
deixa vários exemplos de evangelismo pessoal, no capítulo 1 Ele
pregou para André, no capítulo 3 Ele pregou para Nicodemos e
no capítulo 4 Ele pregou para a mulher samaritana.
Neste tipo de evangelismo embora pareça mais fácil, visto que, vamos falar a
uma única pessoa devemos ficar atentos, pois pelo fato de estarmos a sós com a
pessoa isto aumenta a possibilidade de questionamentos por parte da pessoa.
Porém, esse tipo de evangelismo é de extrema importância, porque através dele
conseguimos alcançar pessoas que jamais iriam a uma reunião evangélica.
c-) EVANGELISMO ESTRATÉGICO:
O evangelismo estratégico é aquele que nos possibilita montar uma estratégia
prévia. Este tipo de evangelismo se torna um pouco mais fácil porque conhecemos
antecipadamente o tipo de pessoa ou publico com quem iremos falar. Por exemplo:
se vamos evangelizar em um hospital podemos focar a nossa pregação em um texto
bíblico onde fala de cura; em uma penitenciária falamos do Cristo que
liberta e transforma; em um velório preguemos a ressurreição em Cristo,
se há alguém que está passando por crise financeira podemos apresentar o Cristo
provedor, se há alguém que esta na bonança, mostre o perigo da autoconfiança no
dinheiro e assim por diante. Além do mais, podemos nos trajar adequadamente e
se for possível, preparar a apresentação de peças teatrais, ilustrações, e
hinos adequados para a ocasião.
OBS.: ALGUNS LOCAIS ESPECIFICOS É NECESSARIO UMA ATIVIDADE CAPELANICA OU
SEJA NÃO SERA EVANGELIZAÇÃO E SIM UMA ASSISTENCIA RELIGIOSA E PARA TAL É
NECESSARIO FORMAÇÃO EM CAPELANIA COM CREDENCIAMENTO E DEVIDAMENTE AUTORIZADA A
ENTRADA NA FORMA DA LEI E DIRETRIZES DO ESTABELECIMENTO O QUAL O
PROJEFSD/COMCAP TEM ESTE CURSO E CREDECIAMENTO.
III-) COMO ENTRAR NO ASSUNTO DA SALVAÇÃO ?
Como entrar no assunto da Salvação? Com que palavras ou de que maneira
podemos nos dirigir as pessoas, para iniciar o assunto da salvação? Há quatro
fatores que determinam isto:
a-) O tempo disponível.
b-) O local.
c-) As circunstâncias.
d-) Os tipos de pessoas.
A melhor maneira de entrar no
assunto é praticando. O maior erro de todos é deixar passar a oportunidade e
não tratar do assunto da salvação. Veremos um a um, os quatro fatores que
determinam a entrada no assunto da salvação.
O Tempo disponível:
Quando há muito
tempo. Havendo muito tempo, é mais interessante e proveitoso travar primeiro
conhecimento e ganhar a confiança da pessoa antes de entrar no assunto. Isto
levará pouco tempo. Seja como for, é bom atentar para Tg. 4:4.
Quando há pouco tempo. Num transporte na cidade ou em situações
semelhantes em que o tempo é reduzido, provavelmente não veremos a pessoa outra
vez, o melhor é entrar logo no assunto. Ás vezes o próprio pecador ao mencionar
um acontecimento, fornece o tema para entrada no assunto. É melhor entrar no
assunto assim – de modo natural – do que darmos origem.
Quando a um mínimo de tempo. Em situações em que não é possível falar senão
algumas palavras, pode se dá início ao assunto por meio de um folheto, jornal
ou porções da palavra de Deus. Quantos têm sido salvos por meio da pagina
impressa, e, de modo especial as Escrituras? Os folhetos deverão levar o
carimbo de sua igreja.
É evidente que qualquer desses fatos é preciso estar em Espírito de oração e
também na direção do Espírito Santo. Deus tem interesse nesse tipo de trabalho
e nos conduzirá devidamente. Nunca devemos perder a oportunidade, mesmo tendo o
mínimo de tempo.
O Local:
Exemplos:
Passando próximos a festas e outros locais de diversão. Mostrar que a vida aqui
é passageira e que breve estaremos na presença do nosso Criador. O mundo passa
e seus prazeres também. Ao findar a vida aqui, iremos prestar contas a Deus. O
gozo terrestre é efêmero. Textos 1Jo. 2:15 – 17; Rm. 14:12; Ec. 11:9.
Num hospital ou local semelhante. Podemos entrar no assunto falando do Médico
Divino que cura a doença da alma – o pecado, pior sem comparação a doença do
corpo. Mostrar que o preço dessa cura, Ele já pagou por nós. Textos Lc. 5: 17 –
26; Is. 53: 5; Mt. 6:33.
Na Igreja, na ora do culto. Podemos convidar, conduzir á frente etc..., numa
hora dessa devemos ter toda prudência para não perturbar o culto nem o
pregador. Uma pergunta muito costumeira é. O senhor já aceitou a Jesus como seu
Salvador? Nunca se deve perguntar. O senhor já é crente? Uma pessoa pode ser
crente em vários sentidos.
Outra coisa que podemos fazer no culto é orar pelo pregador e pelos pecadores
para que Deus opere em ambos. Na hora do apelo, muitos não tem a coragem de
manifestar-se apesar de sentirem a chamada de Deus para a salvação. Numa hora
dessa Deus pode guiar-nos a tais pessoas e ajudá-las, assim como dirigiu o
evangelista Filipe na entrada deserta de Gaza. Para que Deus nos use assim, é
preciso estarmos conforme Is 6:8b.
As circunstâncias:
As circunstâncias e fatos do momento a nossa
volta, servem para introduzir o assunto da salvação.
_A natureza em redor, isto é, montanhas, mar, céus. Podemos começar declarando
que Deus fez isso para sua glória e o bem do homem. Textos Sl. 19:1; Gn. 26:
26,27.
_ A falta de tempo que todo mundo reclama. Podemos começar declarando que Deus
deve ter toda prioridade no nosso tempo e que o assunto da salvação não deve
ser adiado, porque quando Ele nos chama para a outra vida, não podemos dizer
não. Textos Am. 4:12; Mt. 25: 10 – 12.
_Se o assunto é o espantoso progresso da ciência, podemos começar dizendo que
isto é sinal do fim dos tempos, segundo a Palavra de Deus. Dn. 12:4; Lc. 21:11.
_As catástrofes que acontecem cada vez mais a miúdo aqui e ali, como tufões,
inundações, terremotos, epidemias etc..., também são sinais do fim e avisos de Deus
dado o aumento do pecado na face da terra. Textos JOEl. 1:2.
_O estado de tensão, guerra fria (e quente), inquietação, levante, greves
tumultos pelo mundo afora. Perigo de guerra atômica e suas conseqüências
imprevisíveis. Podemos falar de Jesus, o abrigo seguro é eterno contra todos os
perigos e incertezas. Textos Sl. 91; 94:22; Jo. 14:1; Sl. 121.
_Em ambientes de tristezas ou dificuldades. Podemos afirma que para os fieis do
Senhor, isso breve findará e entrarão no gozo eterno com o mesmo Senhor. Ap.
7:15 – 17; Rm. 8:18 – 23.
_Num caso de morte ou falecimento. Podemos afirmar que para os que estão em
Cristo, a morte é o outro lado da vida – e da vida melhor Textos. Fp. 1; 21 23;
Lc 16. 22,23 Jó. 19: 25,26.
_Um caso de morte repentina, inesperada. Podemos falar sobre a necessidade de
estar preparado para encontrar o nosso Criador a qualquer instante. Lc. 12:20,
Am. 4:12, Mt. 25:10.
_Se o assunto é política em geral, podemos falar do Rei dos Reis e Senhor dos
Senhores, que em breve reinará com justiça e paz perfeita. Textos. Lc. 1:
32,33; Jr. 23:5.
IV-) OS TIPOS DE PESSOAS QUE VAMOS EVANGELIZAR
São basicamente dois os tipos ou classes de pessoas com quem havemos de tratar;
pseudos “Não Crentes” e pseudos “Desviados”.
Não Crentes: Os
que não conhecem o Evangelho. As vezes são pessoas sinceras, brandas, gentis e
que sinceramente desejam ser salvas, para essas pessoas podemos usar o plano da
Salvação.Textos Hb. 7:25; Jo. 7:37; Is. 55:6.
Se são pessoas indiferentes, desapercebidas, desinteressadas, cheias de
desculpas, zombeteiras, religiosas, ou contrária a religião, podemos começar
mostrando–lhe que: A vida pecaminosa conduz a condenação eterna. Textos: Rm. 6:
23; Ap. 21:8,
porém,
que Deus o ama apesar de seus pecados.
Milhões de descrentes fogem do Evangelho porque ficam convencidos
que Deus não os ama, antes o odeia. Sabemos que isso procede do diabo. Se
qualquer ser humano perguntar “Deus me ama?” Deus responde apontando para seu
filho morrendo no calvário por todo mundo. Textos: Jo. 3:16; Rm. 5:8.
Os que conhecem o Evangelho. Isto é, conhecem, mas não são salvos. São
freqüentadores de igrejas; os que têm o Evangelho apenas como uma religião e
nada mais. São crentes e nada nominais. Precisam levar a sério Lc. 13: 13:3;
At. 3:19. Neste grupo estão filhos de crentes bem como pessoas nascida e criada
em ambiente ou lar Cristão, mas não são nascidos de novo. Não sabem se são
salvos. Sabeis vós se estais salvo mesmo? 1Jo. 5:19.
Para tratar com pessoas assim que conhece o Evangelho mais não é convertida, é
mais interessante fazer primeiro amizade com ela e ganhar sua simpatia, e
então, com intimidade falar da salvação de sua alma.
Os Desviados:
Quanto
aos desviados, eles se dividem em duas classes:
1º Classe: compreende
os que têm saudades desejam voltar, oram e ficam comovidos quando lhes fala a
Palavra de Deus, enfim, continuam com a mensagem do Evangelho no coração. Nesse
grupo estão os melindrados, queixosos, feridos, escandalizados, para os quais
necessitamos muita graça, tato e paciência para tratar com os mesmos. Vide Pv.
18:19. Para desviados como os acima descritos podem mostrar.
a-) O
caminho de volta para Deus em Is. 55:7; 2Cr. 7;14.
b-) O
Grande amor de Deus para com os desviados, Lc. 15:32.
2º Classe: compreende
os indiferentes, insensíveis, blasfemos, apostátas. Para esses, só a
misericórdia de Deus. Podemos falar-lhes perguntando;
Que falta
você encontrou em Deus para abandoná-lo? 1Rs. 11:9.
Em que
tempo você vivia mais feliz: quando servia a Deus ou agora, quando o abandonou?
Sl. 1:1; 119:1.
Podemos
também mostrar-lhes que:
a-) A Ira
de Deus é contra os que voltam atrás 1Rs. 11:9.
b-) Não
desprezem os avisos solenes de Deus Am. 4: 11,12.
V-) UM EXEMPLO DE EVANGELISMO BEM SUCEDIDO
No tópico
a seguir veremos passo a passo um exemplo de evangelismo bem sucedido realizado
pelo próprio Jesus, o grande mestre dos evangelistas, trata-se do texto onde
ele evangeliza a mulher samaritana. ( João 4:1-30).
1º Jesus foi até onde estava a mulher Samaritana
Este deve ser o primeiro passo para o evangelismo, devemos ir onde esta o
pecador e não apenas esperar que ele venha a nós
2º Jesus abriu mão de seu horário de almoço para evangelizar
As vezes precisamos fazer como Jesus, abrir mão de nosso próprio
interesse para atender a necessidade de alguém, ou resgatar uma vida da mão de
satanás.
3º Jesus quebrou pelo menos dois paradigmas
Jesus quebrou dois tabus, o primeiro de estar a sós conversando com uma mulher
que tudo indica era devassa, e outro de estar conversando com uma samaritana, o
que mostra que devemos pregar o evangelho a todos, sem preconceito.
4º Ele partiu de assunto de interesse comum a ela.
Um dos grandes segredos do evangelismo pessoal é iniciarmos a conversa com um
assunto que seja de interesse do pecador, Pois isto nos identificará com ele
deixando-o mais à-vontade para o diálogo.
5º Ele não acusou a mulher por seus pecados.
Jesus embora sabendo que se tratava de uma mulher pecadora que vivia com um
homem que não era seu marido, ele não condenou-a, mas fez com que ela mesma se
sentisse acusada pelo seu pecados; não devemos acusar o pecador pelos seus
pecados, mas fazer com que ele mesmo entenda que é pecador e carece de um
redentor (João 3:17)
6º Jesus foi sozinho ao encontro dela.
Jesus aproveitou o momento em que seus discípulos foram a cidade comprar comida
para ir ao encontro da mulher. Existe situações em que precisamos ir sozinho,
pois as pessoas que estão ao nosso lado nem sempre estão preparadas para
entender o trabalhar de Deus. (II Reis 4:33)
7º Ele pediu água a mulher samaritana.
Quando vamos evangelizar alguém, o primeiro passo é tentar nos identificar com
essa pessoa, mostrando a ela que como ser humano somos igual a ela, ou seja,
portadores das mesmas necessidades e sujeito as mesmas paixões.
8º Jesus colocou uma interrogação na cabeça daquela mulher.
Quando Jesus disse que tinha uma água que quem dela bebesse nunca mais sentiria
sede, ele deixou uma grande interrogação e curiosidade na mente daquela mulher,
as vezes, é necessário usarmos esta tática para fazermos o pecador parar para
refletir sobre o que falamos.
9º Jesus não desviou o foco do assunto em momento algum.
Embora aquela mulher tenha tentado por diversas vezes desviar o rumo da
conversa, Jesus não permitiu que isto acontecesse. Este é um ponto importante
no evangelismo, não permitir que o foco da conversa se desvie a ponto de nos
esquecermos do nosso principal objetivo que é evangelizar, porém precisamos ser
flexíveis para não sermos indelicados.
10º Jesus ganhou a alma daquela mulher.
No versículo 42 a mulher confessa a Cristo como salvador, este é o principal
objetivo de um evangelismo, fazer com que o pecador reconheça a Cristo com o
seu salvador pessoal.
VI-) LOCAIS ADEQUADOS E
INADEQUADOS PARA EVANGELIZAR
É bem verdade que a bíblia diz que devemos pregar o evangelho a tempo e fora de
tempo. No entanto devemos tomar cuidado para não nos tornarmos inconvenientes
fazendo com que a pessoa passe a ter
rejeição por evangélicos, ou até mesmo se sinta incomodado com a nossa
presença. Existem hoje milhares de pessoas que odeiam crentes
(evangélicos) devido a falta de sabedoria de alguns irmãos que não souberam a
hora e nem a forma de pregar o evangelho.
LUGARES PROPÍCIOS PARA EVANGELIZAR:
a-) NOS CULTOS:
Nos cultos, na hora do apelo é um bom momento para você auxiliar a alguém que
já se encontra impactado pela pregação da palavra ajudando ele a tomar uma
decisão. porem isto deve ser feito com muita cautela para não atrapalhar o
culto que está acontecendo neste momento.
b-) NOS LARES:
O
evangelismo nos lares pode ser feito de duas maneiras, através de um culto
doméstico ou de uma simples visita, Este tipo de evangelismo é importante, pois
possibilita nos aproximarmos da pessoa e ter uma visão mais ampla de eventuais
dificuldades que esta pessoa ou família possa estar passando, e na medida do
possível poder ajudá-los, porém precisamos estar atentos a dia e hora para não
sermos inconvenientes em nossa visita. Por exemplo: evitar chegar em horários
de almoço, jantar, café da manhã, cedo ou tarde demais.
c-) NO TRABALHO:
O nosso trabalho é um excelente lugar para evangelizar uma vez que ali formamos
um forte ciclo de amizade, mas cabe-nos saber a hora certa de fazer isto, afim
de não interferir na produção da empresa, e nem prejudicar ao colega de
trabalho; o horário mais propício para isto é o horário de almoço ou no término
do expediente, onde não infligimos as regras da empresa. Até mesmo por uma
questão de ética, Jesus quando foi evangelizar a Pedro e os demais discípulos esperou o momento em que estavam
lavando as redes, ou seja no fim da pesca (Lucas 5:1-11),
porém a Mateus ele chamou enquanto trabalhava (Mateus 9:09).
d-) NO TRANSPORTE:
Um excelente lugar e momento para a prática do evangelismo
pessoal é durante uma viagem, seja ela de trêm, ônibus, avião, táxi, carona e
etc.., pois trata-se de um momento onde as pessoas normalmente estão
desocupadas e dispostas a ler e ouvir alguma coisa, no entanto precisamos ter
cuidado para não sermos importuno e nem inconvenientes, se não tivermos
argumento para iniciar uma conversa, a entrega de um folheto pode ser uma boa
sugestão.
e-) NOS HOSPITAIS:
O hospital é um lugar bastante propício para evangelizar, pois é um lugar onde
encontramos pessoas fragilizadas e abatidas por algum tipo de enfermidade, ou
acompanhando alguém que se encontra nesta situação, Este é um momento que
todo ser humano pára pra refletir no valor da vida, e cabe a nós apresentarmos
Jesus como a solução, lembrando que devemos tomar cuidado para não incomodar ao
doente e estar atenta a regra do hospital. Um texto bíblico bem sugestivo para
este momento são as passagens onde mostram Jesus curando enfermos.
f-) NAS PENITENCIÁRIAS:
Os presídios também são lugares bem propícios para o evangelismo tanto pessoal,
como em massa, porém por ser um lugar carregado de espíritos malignos devemos
estar espiritualmente preparados para enfrentar este desafio. Devemos lembrar
que, conforme mostra as estatísticas, 70% da população carcerária
são eis crentes ou filhos de crentes, sendo assim uma mensagem voltada
para libertação e restituição sempre trará um resultado positivo, porém é um
local onde nosso testemunho precisa falar mais alto que nossas palavras,
exemplo: (Atos 16:25-30).
G)-ENTRE OUTROS LOCAIS QUE JULGUE SABIAMENTE
NECESSARIO, COMO FUNERAL, NOS PROJETOS DESENVOLVIDOS NAS COMUNIDADES, AOS
ARREDORES DAS FESTAS EXISTEM VARIAS MANEIRAS DE EVANGELIZAR COMO VIMOS E SÓ
USAR A IMAGINAÇÃO COM ESTRATEGIAS INTELIGENTES SATISFATORIA, MUITAS VEZES SE
EVANGELIZA ATÉ NO SILENCIO.
LOCAIS ONDE DEVEMOS EVITAR PREGAR O EVANGELHO:
a-) Na
empresa, durante o horário de trabalho
b-) Na
escola durante a aula, enquanto o professor está ensinando
c-) Para
a caixa do banco, enquanto a fila espera
d-) Dentro
do bar, onde todos estão bêbados
e-) Dentro
de um templo religioso, onde se adora a outros deuses
f-) Para
um guarda ou vigia, no exercício da função
g-) Para
um motorista, maquinista ou piloto, enquanto conduzem um veículo
h-) Para
alguém que já afirmou várias vezes, não querer ouvir
TEXTOS BÌBLICOS PARA CONFRONTAR
DESCULPAS DE PESSOAS:
a-) Hoje não:
*
Escolhei hoje (Josué 24:15)
* Agora é
o tempo aceitável (II Coríntios 6:02)
* Buscai
ao Senhor enquanto se pode achar (Isaías 55:06)
* Louco!
Esta noite pedirão a sua alma (Levítico 12:19-20)
b-) É tarde demais:
*
Convertendo-se, o ímpio viverá (Ezequiel 33:19)
* O que
vem a mim, não lançarei fora... (João 16:37)
* Todo aquele
que invocar o nome do Senhor será salvo (Romanos 10:13)
c-) Não consigo entender, são muitos mistérios:
* As
coisas ocultas pertencem a Deus (Deuteronômio 29:29)
* O que
eu faço não sabes agora, mas saberás depois (João 13:07)
* Não nos
compete saber (Atos 1:07)
* Agora
vemos por um espelho obscuro (I Coríntios 13:12)
d-) Não necessito de um salvador:
* Quem
não crê, já esta condenado (João 3:18)
* Todos
pecaram e carecem da glória de Deus (Romanos 3:23)
* O
salário do pecado é a morte (Romanos 6:23)
e-) Deus é amor e não deixará que eu me perca:
* Lançai
para fora nas trevas exteriores (Mateus 22:13)
* Se não
nos arrependermos seremos destruídos (Lucas 13:03)
* Então
lhes direi apartai-vos de mim malditos... (Mateus25:41)
f-) Há muitos hipócritas nas igrejas:
* Não
julgueis para não ser julgado (Mateus 07:01)
* Cada um
dará conta de si mesmo (Romanos 14:12)
* Devemos
amar a todos (I Pedro 04:08)
g-) Terei muitas perdas para segui-lo:
* Que
darei eu ao Senhor? (Salmos 116:12)
* De que
adianta ganhar o mundo todo (Marcos 8:36)
* Ninguém
há que tenha deixado... ,e não receba (Lucas 18:29-30)
h-) Não posso deixar os meus amigos:
* Não
seguirás a multidão para o mau... (Êxodo 23:02)
* Anda
com os sábios, e serás sábio (Provérbios 13:20)
* As más
companhias, corrompem os bons costumes (I Coríntios 15:33)
I-) Serei muito perseguido:
* Há
benção na perseguição (Mateus 05:11)
* A
perseguição resultará em uma coroa (Apocalipse 02:10)
* É
bem-aventurado aquele que é perseguido (Tiago 01:12)
* A
perseguição nos torna fortes (II Coríntios 12:10)
CONCLUSÃO
Dinâmica
do papel o professor pedira para os alunos apresentar o papel que foi
encontrado no inicio e analisara o estado que se encontra o papel e explicara
que o papel significa a comunidade a clientela do líder deve ter a sua
identidade estar sobre os seus cuidados e Deus te entregou cada um tem o seu público
o seu objetivo agora o papel só tem seu nome mais precisa ser escrito escreva
nesta comunidade uma bela historia crie projetos, ações, estabeleça metas faça
você a diferença agregando pessoas seu povo espera por você.
PARA REFLETIR Romanos 12:4-8“Porque
assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma
operação,
Assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros.
De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé;
Se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino;
Ou o que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com cuidado; o que exercita misericórdia, com alegria.”
Assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros.
De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé;
Se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino;
Ou o que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com cuidado; o que exercita misericórdia, com alegria.”
”Quem não se
movimenta, não sente as correntes que o prendem”. Rosa Luxemburgo
Referências
https://www.bibliaonline.com.br acessado 21/04/2014 as 3:04hs
https://bibliaportugues.com acessado
07/07/2017
Mario
Bezerra da Silva Artigo acadêmico Manipulação no clero religioso https://www.tjmt.jus.br/intranet.arq/cms/grupopaginas/105/988/Quando_h%C3%A1_manipula%C3%A7%C3%A3o_no_clero_religioso.pdf acessado 07/07/2019 1:42 hs
Projeto
Viva o Senhor. Manual de Evangelismo http://www.projetoavivaosenhor.blogspot.com/p/manual-de-evangelismo.html
acessado 03/06/2013 as 3:40 hs
Schlithler,
Célia Desenvolvimento de lideranças comunitárias : reflexões e sugestões /
Célia Schlithler, Marcos Kisil. -- São Paulo : IDIS-Instituto para o
Desenvolvimento do Investimento Social, 2008 Bibliografia. ISBN
978-85-60904-01-3
“PROJEF.S.D/COMCAP FORMANDO
VENCEDORES”
“SOMOS MAIS QUE
VENCEDORES PROJEF.S.D/COMCAP!!!”
FUNDADOR/PRESIDENTE
NACIONAL
Pr Cpl CLAUDIO
RIBEIRO CONTATO (75) 99153-8178
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